segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Jekiti Cultural...mais um.

Ontem aconteceu a quarta edição do JekitiCultural (é um espaço com muita música, fotografia, brincadeiras e bate-papo que acontece todo o último domingo do mês, em um ponto de ônibus da cidade de Antonina – PR no período das 9:00 às 14:00h) e apesar do tempo não estar ensolarado, os assíduos frequentadores compareceram mais uma vez, agora para “bater ponto” com um gostinho de brincadeira.
A marca desta quarta edição ficou por conta de muitos reencontros entre antoninenses, que há muito não se viam. Música animada, livros, fotografias e até troféus foram mostrados, somados aos cafés e aos tradicionais bolinhos de banana e camarão do local.
Os organizadores já estão pensando no próximo (29 set) que deverá ter novidades: participação de representantes das Escolas de Samba da cidade, Músicos da Filarmônica e um espaço para nossos Contadores de Causos. Aguardem!
Veja algumas imagens:











Veja mais fotos: 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

R$ 17 milhões para Antonina

Governo Federal destina R$ 17 milhões do PAC das Cidades Históricas para Antonina
Antonina, 22 de Agosto de 2013

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (20) a liberação de R$ 16,98 milhões para oito ações de revitalização e restauração em Antonina.
O município foi o único do Paraná incluído nesta etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas. O anúncio foi feito em São João Del Rey (MG). No total, serão investidos R$ 1,6 bilhão em 44 cidades brasileiras.
O governo também deve anunciar nos próximos dias a liberação de uma linha de crédito de R$ 300 milhões para financiar obras em imóveis particulares localizadas em 105 cidades com áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
“Não tenho dúvida de que nossas cidades históricas são uma extraordinária afirmação do Brasil, uma extraordinária autoafirmação do povo brasileiro, chamariz para o turismo, para viagens culturais, gerando emprego e renda para a população e receitas para os municípios”, destacou a presidente Dilma.

Ações do PAC das Cidades Históricas em Antonina:

Restauração do Armazém Macedo e barracão anexo
Restauração do Sobrado da Prefeitura Municipal e anexo
Conservação e Revitalização da Estação Ferroviária e do entorno
Restauração da Fonte da Laranjeira e requalificação do Largo da Fonte e entorno
Restauração da Fonte da Carioca e requalificação do Largo da Carioca e entorno
Restauração do Santuário de Nossa Senhora do Pilar e requalificação do entorno
Restauração da Igreja do Senhor Bom Jesus do Saivá e requalificação do entorno
Restauração da Igreja de São Benedito e requalificação do entorno

Fonte: Correio do Litoral.com


Depois que... (vale a pena ler de novo)

Foto meramente ilustrativa
PASSARAM AS PRINCIPAIS FESTAS ANUAIS DA CIDADE...
Publicado em 20/08/2009 e no livro "Tenho Dito, 2012.

Ao menos para o turismo. É o momento de se abrir um canal de diálogo entre a sociedade, a administração pública e os promotores dos tais eventos.
Ainda carecemos de um canal participativo oficial – Conselho da Cidade, Conselho de Cultura... ou de Turismo –, instrumentos legais e ligados diretamente aos eventos, como meios de manifestação cultural e turístico. Faz-se necessário um espaço para que se possa avaliar o que foi feito este ano, aparar as arestas e partir para um projeto mais aperfeiçoado e profissional.
A maior parte das nossas festas, principalmente as mais importantes, são públicas e ocupam espaço urbano não projetado para o seu desenvolvimento.
Sendo a construção de um Centro de Eventos algo para se pensar – falo há mais de 20 anos – em médio prazo, se faz necessário definir, ao menos, um novo espaço urbano que possa agregar esse tipo de manifestação, com a mínima infraestrutura necessária. Caso isso venha a acontecer, muitos serão os benefícios, principalmente quanto à preservação ambiental, do nosso calçamento e dos prédios históricos e, principalmente, respeito aos moradores e comerciantes legalmente aqui estabelecidos.
Já se faz o tempo de reconhecer que vivemos em uma cidade especial, rica historicamente e de uma natureza exuberante e protegida por lei. Nossos monumentos históricos, como as Igrejas, o Theatro Municipal, a Estação Ferroviária, o prédio da Prefeitura Municipal e até a nossa centenária Escola “Dr. Brasílio Machado”, merecem ser protegidos e ficar imunes às intempéries das barracas e de outros utensílios barbarizantes.
A sociedade deve ser ouvida. A administração municipal deve assumir suas responsabilidades frente à cidade e ao evento e impor normas e limites para o uso dos espaços públicos e principalmente para a exploração comercial.
Se alguma instituição achar por bem tornar sua manifestação algo público e precisar utilizar os espaços abertos e urbanos, independente de quem seja: Associação de Bairro, Entidades Religiosas, Acadêmicas, Clubes de Serviço e até mesmo a prefeitura, deverá obedecer determinados critérios e limites, garantindo a liberdade de expressão e o direito de cada cidadão.
Precisamos iniciar um processo para a melhoria da nossa qualidade de vida. E se as nossas festas são meios de geração de renda, não deveriam continuar sendo feitas sem nenhum critério. Precisamos discutir para melhorar. Todos ganham, desde que não continuem olhando para os seus umbigos.

P.S. Meu convite como ex-sócio e fundador da Aestur – Associação dos Empreendedores de Serviços Turísticos de Antonina – para a entidade dar início ao processo.


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Ministério Público em ação.

14/08/2013 - ANTONINA - MP-PR ajuíza ações contra gestores públicos por contratação irregular de servidores na saúde:

A 1ª Promotoria de Justiça de Antonina (Litoral do Estado) ajuizou duas ações civis públicas por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Antonina, os dois últimos secretários municipais de Saúde e o procurador do Município, devido à terceirização dos serviços de saúde pública no município nos anos de 2012 e 2013. Na ação, a Promotoria requer à Justiça a indisponibilidade de bens dos requeridos.
A Promotoria aponta que a Prefeitura contratou profissionais particulares, por meio de credenciamento, para atuação nos serviços de saúde do CAPS I nos anos de 2012 e 2013, burlando o concurso necessário para a contratação dos novos profissionais. O ato teve a anuência do procurador do município, que autorizou a inexigibilidade da concorrência para o preenchimento das vagas, sequer considerando a necessidade de concurso público.
O Ministério Público argumenta que a terceirização de serviços de saúde e sua respectiva administração para entidades do setor privado só poderia ser realizada de maneira excepcional e complementar, uma vez que o Estado tem o dever de fazer a prestação desses serviços. Segundo as ações, a prática viola a Constituição Federal e a Lei 8.080/90.
Segundo a Promotoria, todos os profissionais foram “credenciados” e contratados sem concurso público, configurando-se uma terceirização ilegal dos serviços de saúde no município e a prática de improbidade administrativa (Lei nº 8.429/92).

Informações para a imprensa com:
Assessoria de Comunicação
Ministério Público do Paraná
(41) 3250-4228 / 4439


Fonte: perfil do face de Orlando Bittencourt Machado

N.E.do Blog: O pepino é dos GRANDE...dá-lhe BERRO!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A festa da padroeira - Histórias e Estórias XV

Estampa da Padroeira
Dia 15 de agosto é comemorada a festa da padroeira da cidade, Nossa Senhora do Pilar.
O escritor Ermelino de Leão¹, nos conta que... “no pequeno povoado de Guarapirocada, quando o sesmeiro Sargento-Mor Manoel do Valle Porto – considerado o fundador do povoado - aportou por aqui em 1712, trazendo inúmeras famílias para trabalhar em suas lavouras e na mineração, se estabelecendo na Ilha da Graciosa (hoje Corisco)”.
No povoado, duas irmãs Maria e Tereza (somente se reporta a Tereza – Maria aparece como suposta em alguns escritos) eram devotas fervorosas de Nossa Senhora do Pilar. Possuíam uma estampa da virgem e todo dia 15 de agosto reuniam as pessoas do povoado e celebravam rezas em seu louvor. Valle Porto se aliou aos devotos e entusiasmado com o fervor da crença e mandou construir uma capela para que os moradores pudessem melhor render o culto à santa.
Enquanto a obra era erigida, encomendou uma imagem da Virgem do Pilar a um santeiro da Bahia, que julgando desconhecimento do contratante, lhe enviou a imagem de outra Nossa Senhora, a da Soledade, mas a “trapaça” foi percebida e a imagem foi devolvida, até anos mais tarde chegar a encomendada.
“A princípio foi construída a Capella-mór, suficiente para o culto que os cinquenta casais fregueses, poderiam tributar á virgem, naqueles remotos tempos; e quando chegou da Bahia, a verdadeira imagem de Nossa Senhora do Pilar, pode Valle Porto, com grande gaudio, deposital-a no seu altar, doando-lhe, segundo narra a tradição, os terrenos circunvizinhos, para o seu patrimonio”, diz Ermelino de Leão¹.
A construção da capela foi autorizada no dia 12 de setembro de 1714, pelo bispo do Rio de Janeiro, D.Frei Francisco de São Jerônimo, e o povoado passou a ser denominado de Freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa, onde hoje se encontra o santuário, marco importante para a formação do povoado e de sua religiosidade.

As Festas de Agosto²
Foi devido a construção da capela que os moradores da localidade ficaram conhecidos como Capelistas. As festas a cada ano que passava, eram bem mais animadas. Centenas de pessoas moradores da vila e das comunidades próximas, não mediam esforços para marcar presença no dia 15 de agosto, em agradecimento ou para pedir as bênçãos da santa padroeira. As tradicionais barraquinhas – coisas da igreja– surgiram somente no início do século passado, lá pelos anos 30 e serviam para angariar recursos para o Hospital de Caridade da cidade, que estava localizado perto da matriz.
E foram nas décadas de 30 a 60 onde aconteceram as maiores festas. Milhares de romeiros vindos dos mais distantes lugares, de barco, de ônibus ou de trem, chegavam a Antonina, para comemorar a tão esperada e anunciada Festa de Agosto, em homenagem a Nossa Senhora do Pilar.
O largo da Matriz - depois denominado de Praça da República e hoje Cel. Macedo - ficava todo enfeitado para o acontecimento. As pessoas compravam roupa nova, pintavam suas casas e aumentavam seus suprimentos para poderem receber e hospedar os amigos e familiares. Grande queima de fogos de artifícios marcava a data. Cada noveneiro queria apresentar sempre um maior número possível de fogos, e a disputa era acirrada para se conseguir sempre chegar em primeiro lugar. Eram famosas as novenas dos estivadores e dos empregados das Indústrias Matarazzo. Mas ficava sempre para o dia da festa o maior espetáculo pirotécnico.
A partir dos anos 70, quando o dia 15 de agosto deixa de ser feriado santificado nacional, a movimentação de romeiros começa a diminuir e foi sendo lentamente percebida pela população local. O número de barraquinhas – termômetro do sucesso do evento - diminuía a cada ano que passava, e foi pouco a pouco perdendo o que de mais tínhamos orgulho: a grandiosidade da festa da nossa padroeira N.SRA.do Pilar. Mesmo assim tivemos algumas e pontuais grandes festas, como a da família Tanaka em 1975 e do Reencontro em 1986. Nos anos oitenta e noventa pouco foi feito para resgatar a grandiosidade da festa. A desativação da ferrovia, somada ao desaquecimento econômico da cidade com o encerramento das atividades portuárias, enfraqueceram ainda mais as nossas comemorações.

¹ - “Antonina, Homens e Factos, 1918.
 ² - Publicado em 31 de julho de 2003 no blog palavradobó ©eduardonascimento

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Mais uma festa.

Podem fazer festa à vontade. Não posso reclamar muito porque também já inventei e realizei algumas festas na cidade. Juninas, carnaval, festival, natal... e etc e tal. Quando tento fazer alguma coisa sem domínio do assunto, tenho como princípio solicitar ajuda e assessoramento. Caso recente da edição do meu último livro de fotografias.
Mas fazer uma festa é preciso muito conhecimento por parte dos organizadores, e parece que ainda não aprendemos como tornar nossas festas mais organizadas e principalmente como instrumento de geração de renda para todos.
Venho a muitos anos reivindicando a construção de um Centro de Eventos, mas nossos administradores parecem que além da surdez também adquiriram miopia e só se preocupam em engordar suas poupanças. Hoje já nem podemos mais reivindicar um Centro de Eventos, pois o “único” local adequado e central seria o terreno enfrente ao 29 de Maio, hoje ocupado pelo “elefante branco” construído no “governo klebadeira”. Mas, ainda dá pra pensar e adequar um espaço urbano para a realização das nossas festas. Que não são poucas.

Assim não dá
O que não podemos é continuar ignorando o valor histórico da nossa cidade – pois foi até tombada pelo Iphan  - e deixar na mão de organizadores irresponsáveis. Tudo pode para satisfazer suas vontades, e a prefeitura faz de conta que não tem nada a ver com isso.
Já passou da hora e é preciso dar um basta nisso. Fecha-se a cidade para qualquer tipo de coisa, sem o mínimo planejamento, critério e vão enchendo as ruas de bagulhos.
Acho importantes nossas festas e todos os segmentos da sociedade têm direito de faze-las, mas precisamos nos adequar aos equipamentos e a demanda. E principalmente respeitar os moradores. Nada é comunicado e muito menos sinalizado!
Se a atual administração pretende continuar fechando a cidade – como as anteriores fizeram – então que fechem de uma vez. Demarquem algumas áreas e as equipem com os serviços necessários. Ou - de uma vez por todas - escolham um outro local para a realização das nossas festas. Antonina é uma cidade histórica que merece respeito. E também nós moradores!

Já cansei de escrever sobre o assunto...mas???????
Veja algumas matérias: http://palavradobo.blogspot.com.br/2010/08/barracas-como-parametro.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2011/03/barracas-no-brasilio.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2009/06/em-tempo-de-festas-o-por-que.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2010/08/fecha-festa.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2012/08/a-festa-da-padroeiravale-pena-ler-de.html

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O roubo da Imagem do Bom Jesus do Saivá...Em Vale a pena ler de novo.

Imagem do Bom Jesus do Saivá
O roubo da imagem

Na calada da madrugada do dia vinte e nove de janeiro do ano de mil e novecentos e oitenta e quatro, foi roubada a imagem original do Senhor Bom Jesus do Saivá do altar de sua igreja em Antonina. A população católica e devota ao santo se sentiu consternada com a notícia e mais ainda ao constatar o vazio em seu altar. 

Leia matéria completa:

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Resultado da enquete: Como você avalia o 23° Festival de Inverno da UFPR?

Como você avalia o 23° Festival de Inverno da UFPR?
Ótimo 14%
Bom 22%
Ruim 22%
Mais ou menos 18%
Péssimo 9%
Impreceptível 9%
NDA 2%

Votos 71

Analisando o resultado, houve  empate entre os que acharam o 23° Festival de Inverno da UFPR Bom (22%) e Ruim (22%). Se somarmos os votos de Bom (22%) e Ótimo (14%), uma grande parte (36%) ainda acha o evento de suma importância. Em compensação a soma dos votos Ruim (22%), Péssimo (9%) e Imperceptível (9%), resultou em 40% da opinião dos votantes - a maioria.
O evento foi considerado Mais ou Menos por 18% dos votantes.
O que ficou claro é a existência de um divisor de águas entre aqueles que acharam que o evento foi Bom/Ruim.
A enquête é um simples instrumento momentâneo de opinião, que poderá servir para diagnosticar ou não o rumo de uma situação. Uns as utilizam para melhorar suas performances, outros ignoram. O blog simplesmente abriu seu espaço.



terça-feira, 30 de julho de 2013

SINALIZAR JÁ!


Engarrafamento na Valle Porto
A melhoria da sinalização de trânsito principalmente no centro histórico da cidade se faz necessária com uma certa urgência. O aumento de circulação de veículos em todo o país - com as facilidades ao acesso ao crédito - lotou ainda mais o centro das grandes cidades. E Antonina não ficou de fora, mas aqui, por ser uma cidade pequena e projetada há mais de duzentos anos, com ruas estreitas e de difícil estacionamento tudo se torna ainda mais difícil.
As poucas placas de sinalização existentes estão precárias e não temos um sistema - devidamente pensado - para atender a demanda.
Nos finais de semana, quando aumenta o tráfego de turistas e conseguentemente de veículos, ônibus e vans, a coisa piora. Pois sequer os condutores são orientados para locais permitidos de estacionar.
Nos últimos anos, tentei e publiquei alguns estudos preliminares – apesar de não ser engenheiro de tráfego – e enviei aos administradores públicos de plantão. Mas parece que eles não estão a fim de resolver os problemas da cidade, e continuam ignorando a tudo e a todos.
No início do ano e da nova gestão, novamente tentei – agora com mais dois colegas – pensar um sistema de tráfego para o centro histórico (trabalho voluntário), houve uma reunião previa na prefeitura, mas meu nome foi “rifado” pelo meu “amigo” vice-prefeito. Coisas da politicagem local.
A tal comissão não aconteceu e mais nenhuma outra foi constituída e o problema está aí para ser resolvido.
Parece que o pessoal da prefeitura gosta mesmo é de pintar meios-fios de branco, piorando ainda mais a situação. Deveriam aproveitar tal disposição e pinta-los de amarelo, nas esquinas e nos locais em que existem mão única e que é proibido estacionar.
Será que teremos que pedir ao Ministério Público para que a lei seja cumprida?
Sinalizar já!


Estudo que realizei.
http://palavradobo.blogspot.com.br/2012/10/problemas-de-transito.html

Expo “Rogai por nós”

Vera e Delma Pinto
As irmãs Delma e Vera Lúcia Pinto Nascimento - da tradicional e animada família “Pinto Loco” - estão há mais de um mês trabalhando na montagem de uma exposição de bandeiras, relacionadas com a história de cada igreja e capela católica da nossa cidade. A intenção, segundo Vera, é resgatar a história de cada comunidade, reunindo em um só lugar o maior número possível de informação, no sentido educacional, cultural e religioso.
O que nos encantou foi disposição envolvente de toda a família, que realizou desde a pesquisa, a confecção das bandeiras e ainda montará a exposição.
A mostra deverá acontecer a partir do dia 06 de agosto, no Salão Paroquial.
Desde já, meus parabéns a todos pela dedicação ao resgate da nossa história.

Vale a pena conferir!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Neblina


Mais um JekitiCultural.

Aconteceu ontem, 28 mais um JekitiCultural. Um ponto de ônibus em Antonina que é “invadido” por malucos que tocam violão, quitarra, pandeiro, atabaque, violino... Agogô.  Cantam, dançam, bebem café...Cerveja....Degustam bolinhos de banana, camarão... Pastéis. Mostram fotografias, quadros, caricaturas, livros, pinturas, gibis.
Espaço democrático – de todos – onde é proibido proibir...Onde tudo e todos se tornam alegria. 
O próximo já está sendo pensado e acontecerá no domingo 25 de agosto – sempre no último do mês. 
Veja algumas imagens:


















Infelizmente por total incompetência, não consegui retratar a presença do “defeito” municipal
 – por completo – é muito grande. Bem... defeito grande a gente não conserta, troca.
(um pouquinho de veneno não faz mal a ninguém. 
É pra ele não esquecer que precisa me pedir desculpas... e muitas!)

sábado, 27 de julho de 2013

Turismo - Milagre não existe - Vale a pena ler de novo?

Foto meramente ilustrativa
TURISMO – MILAGRE NÃO EXISTE I
Publicado em 20/01/2006 e no livro “Tenho Dito” 2012

A grande vocação dos municípios da região do litoral ainda é o Turismo. Até político “cego” já ouviu falar nesta coisa. Mas é preciso sensibilidade e vontade dos nossos dirigentes para que cada cidade possa começar a se desenvolver.
Começando pela montagem de uma equipe competente com a contratação de pessoal capacitado na área. O melhor seria que cada município contratasse um profissional – por meio de concurso público – para a área do turismo (técnico ou bacharel). Este profissional iria se integrar a um corpo mínimo administrativo para que pudesse operar nas mais diversas áreas, como pesquisa, planejamento, informação, divulgação... Etc.
Outro passo seria a autonomia do Conselho Municipal do Turismo. A maioria dos nossos municípios já possui o Fundo Municipal de Turismo, mas é inoperante, ou seja, não existem recursos financeiros e tudo depende, novamente, da vontade única e exclusiva do prefeito. O Fundo, segundo seu objetivo e regulamentação, deverá ser administrado pelo Conselho Municipal de Turismo e seus recursos aplicados em projetos específicos da área, tornando assim o processo mais dinâmico e descentralizado. A sociedade organizada representada no Conselho é quem deverá destinar estes recursos, mas tudo não passa de utopia. O Fundo não existe e os Conselhos se tornam capengas, pois não conseguem realizar quase nada, e, quando existem, não passam de instâncias que referendam as atividades das Secretarias Municipais de Turismo.
Mas isto é preciso mudar. A dinâmica da natureza do Turismo requer pessoal competente e atualizado, com visão realista do potencial e capacidade de cada município e muito trabalho mesmo. Dizer para o Brasil que também temos banana, carnaval e barreado requer a construção de uma nova dinâmica, que passa pelas “tarefas de casa” de cada município até chegar ao projeto de Regionalização, etapa cantada pelo Ministério do Turismo.
Até breve!

TURISMO – MILAGRE NÃO EXISTE II
Publicado em 03/03/2006
O Programa da Regionalização do Ministério do Turismo, que visa ao desenvolvimento do turismo por meio da integração regional dos municípios, já vem sendo trabalhado pelos sete municípios do nosso litoral. Desde março do ano passado vêm sendo realizadas Oficinas de Sensibilização em Paranaguá e Matinhos e dezenas de reuniões e visitas técnicas, onde se conheceu o potencial de cada município, suas deficiências e qualidades em busca de um formato de roteiro ideal para sua comercialização, objetivando trazer o turista para a nossa região, com uma permanência maior e durante o ano todo.
As oficinas realizadas pela SETUR foram excelentes. Além de delinear os caminhos para o novo projeto, possibilitaram a integração entre as pessoas e as instituições públicas e privadas. Os resultados sempre foram animadores, pois no final do ano de 2005 chegamos à formatação de uma instância de governança, a Agência de Desenvolvimento do Turismo do Litoral do Paraná, que, depois de instalada, será a responsável pela política do turismo na região.
Apesar das atividades da área do turismo estarem quase que em sua totalidade na iniciativa privada, o papel dos órgãos oficiais é de suma importância, principalmente nos municípios menores, onde a maior empresa da cidade é a prefeitura. Ela é responsável pela manutenção dos serviços públicos, como coleta de lixo, limpeza pública, saúde, segurança, conservação das vias de acesso, preservação do Patrimônio Cultural, das praças e logradouros, da assistência social, etc... etc... etc. Serviços essenciais para as atividades humanas e, é claro, para o turismo. É bem aqui que encontramos as nossas maiores barreiras. São as nossas “lições de casa”, em que cada representante oficial assumia para si a responsabilidade das melhorias locais.
As Secretarias Municipais de Turismo, principalmente as da nossa região, não têm sequer autonomia financeira, imaginem o resto. Tudo depende da vontade do prefeito e da “disposição” das outras Secretarias, pois o Turismo não é responsável pela maioria das atividades essenciais e vitais do município, mas precisa delas para se desenvolver.
Uma administração pública é dividida entre grupos dos mais diversos interesses (a famosa base de sustentação), que nem sempre estão preocupados com a melhoria da cidade, mas muito mais com suas sobrevivências. A briga por novos espaços políticos, somada às vaidades pessoais, é ingrediente visível e emperra as ações. “Nada” acontece e a lentidão no surgimento de algo novo vai realimentando o descrédito na política e nos políticos, atividade em plena ascensão no planalto. E o turismo, como todas as outras áreas, fica também à mercê das vontades dos nossos mandatários.
Como “lição de casa” seria também importante uma Oficina de Sensibilização para os nossos prefeitos. Eles precisam descobrir que está no Turismo a nossa maior riqueza. Temos uma região rica em diversidade, desde praias, florestas, rios, baías, cultura e muita história. Tudo isso se torna ingrediente para um bom projeto desenvolvimentista. E parte destas tarefas depende deles... Ou simplesmente passarão como coadjuvantes.
Até breve.


N.Ed. do Blog: O tempo passa e as coisas continuam a espera da boa vontade e da competência dos políticos.



terça-feira, 23 de julho de 2013

Resultado da Enquete II

Como você avalia os seis meses da Gestão João Domero?

Ótimo 11 (9%)
Bom 12 (10%)
Mais ou menos 10 (8%)
Ruim 18 (15%)
Péssimo 16 (14%)
Decepcionante 43 (38%)
NDO 3 (2%)


Total de Votantes: 113

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Festival de Inverno...Vale a pena ler de novo?

Acervo 1 Fest. Inverno 1991
Festival de Inverno da UFPR
Publicado em 28 de agosto de 2010

Ontem, às10h, a convite do Magnífico Reitor da UFPR, prof. Zaki Akel e com as presenças da Pró-Reitora de Extensão e Cultura, da Coordenadora de Cultura e do Festival e ainda do Coordenador de Palco, participei de uma reunião sobre o Festival de Inverno. No meu entender, o reitor demonstrou a maior vontade política e administrativa para com o evento e solicitou do pessoal da PROEC, ou seja, seus assessores um novo e mais ousado projeto para a próxima edição. Acredito que os organizadores deverão dar início a um processo de discussão com a comunidade acadêmica, com a cidade e principalmente com os produtores culturais. O recado do reitor foi muito claro: “Vamos fazer do 21° um grande Festival”. A Universidade e nossa cidade merecem voltar aos grandes momentos.
Novidades para os próximos trinta dias. Aguardem e participem!


N.Ed. do Blog: Parece que a reunião não valeu nada. Pois nenhuma alteração foi feita e não notamos nenhuma mudança de percurso e já estamos no 23°. O festival continua longe dos anseios da universidade e da cidade, simplesmente por falta de participação dos seus agentes nas decisões. Agora vivemos mais um novo momento, com a nomeação da professora Deise Picanço (antoninense da gema) como Pró_Reitora de Extensão e Cultura, que poderá lançar um novo debate sobre o evento, se quiser realmente dar um novo fôlego ao “moribundo”.

Sem comentários


Resultado da Enquete I

O QUE PRECISA MELHORAR EM ANTONINA?

Combate a Corrupção: 58 (42%)
Educação: 33 (23%)
Geração de Renda: 45 (32%)
Mobilidade Urbana: 25 (18%)
Reforma Administrativa: 38 (27%)
Saneamento 38 (27%)
Saúde 72 (52%)

Número de votos: 138 
Os votantes puderam votar em mais de uma opção.

Se a atual administração ainda não sabe onde priorizar suas ações, o blog contribui no sentido de diagnosticar os maiores problemas da comunidade. É apenas uma simples “fotografia” da situação dos anseios da sociedade.

O atendimento a saúde aparece como nossa maior deficiência, apontada por 52% dos votantes. Seguida do Combate a Corrupção com 42%. Também pela primeira vez a falta de programas de Geração de Renda foi considerada um dos nossos maiores problemas, aparecendo em terceiro lugar. As áreas de Saneamento Básico, Reforma Administrativa e Educação aparecem com empate técnico (27%) e Mobilidade Urbana com apenas 18% dos votos.
Em um município onde o governo sequer tem um Plano de Ação, todas as áreas abrangidas pela enquête precisam ser tratadas como prioridades, pois são essenciais ao desenvolvimento e ao bem estar da população.

Os números estão aí. Usem a vontade se a inteligência permitir... Ou ignorem.



segunda-feira, 8 de julho de 2013

CAPINANDO NO BANQUINHO

Hoje vi algo que há mais de cinco anos venho solicitando, através do blog, para a capinação das nossas ruas. Na administração passada gastou-se “uma fortuna” na comprar uma tal Bob Cat (pequeno trator multiuso) na justificativa que resolveria o problema da capinação na cidade. Gastaram e não deu certo, pois a solução para uma cidade histórica com calçamento de paralelepípedos é muito simples: contratar pessoal para manualmente retirar o matinho.
Espero que perdure esta iniciativa da prefeitura, pois é uma forma barata de se manter a cidade limpa.

Gera emprego e faz bem para o astral de todos. Coisas simples é que geram bons resultados...quando bem feitas!

NOVA FERROVIA PASSARÁ AO LADO DA 277

A ANTT confirmou, ontem, em Curitiba, o traçado do novo trecho, que ligará o terminal de Engenheiro Bley, na Lapa, ao porto de Paranaguá
Publicado em 06/07/2013 | PEDRO BRODBECK – Gazeta do Povo


A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) confirmou a expectativa do setor produtivo e de entidades ambientais paranaenses e anunciou ontem o traçado do novo corredor ferroviário paranaense, que ligará o terminal de Engenheiro Bley, na Lapa, ao Porto de Paranaguá. A ferrovia vai seguir a faixa de domínio da atual estrada de ferro existente desde a Lapa até Curitiba e, depois, seguirá o trajeto da BR-277 até o litoral. Foi a solução mais viável e com menor impacto ambiental.

Leia matéria completa:
http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1388546&tit=Nova-ferrovia-passara-ao-lado-da-277

N.Ed. do Blog: Com a operação da nova ferrovia a atual e histórica estrada Paranaguá-Curitiba será praticamente subutilizada. Voltará novamente para a então "falecida" RFFSA? Como ficará a exploração turística do trajeto, sendo que a concessão é da ALL que explora o transporte de carga e que mantém a ferrovia? E a nova ferrovia ligará ao Porto de Antonina? Essas são algumas perguntas - entre centenas - que precisam ser respondidas para a população.

Que país é esse?

Antonina é o meu país!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Jekiti Cultural 2

Ontem aconteceu a segunda edição do Jekiti Cultural, evento realizado no tradicional ponto de ônibus da cidade, por iniciativa de seus frequentadores. Tivemos muita música, exposição de fotografias, livros, discos e antiguidades e a presença marcante do Bloco do Boi do Norte. Sem falar do tradicional café com bolinho de banana e camarão marca do local. Também contamos com a presença do pessoal da Associação dos Produtores Rurais de Antonina e dos Colecionadores de Bicicletas.
Os assíduos frequentadores do local marcaram presença e o público a cada edição vem crescendo, valorizando o trabalho do grupo e dos artistas que mostram seus trabalhos.
Já estamos pensando no próximo programado para 28 de julho (último domingo do mês). 
Você que produz alguma coisa e gostaria de mostrar e até comercializar, venha participar do evento.  
O Jekiti é nosso!
Algumas imagens (feitas com iphone):