segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Porto de Antonina...Histórias e Estórias XVI

Foto meramente ilustrativa - Porto 1930
Porto de Antonina

Ermelino de Leão¹ em seu livro de 1918, se apropria do relatório de 1877, do Barão de Teffé, para descrever determinadas “minúcias e verdades” sobre o então porto antoninense.
Entre as vantagens na época assinaladas está: “a situação topográfica de Antonina, que oferece dois acessos na serra, o da Graciosa e do Itupava, para a comunicação com o interior do Paraná”. Sendo o da Graciosa, convertido em uma das melhores estradas de rodagem que o Brasil possui (a Estrada da Graciosa foi construída para ligar o primeiro planalto ao Porto de Antonina – inaugurada em 07 de julho de 1873).

Fala de uma próspera comunidade, que na época (1877) contava com uma população 6 mil “almas” e que tinha vivenciado recentemente a elevação a cidade (1857). “Cidade pitoresca, que goza de um clima ameno e salubre, bem como soberbamente férteis as terras, principalmente no magnífico Valle do Cachoeira, que parece fadado às mais prosperas colônias”.

“O Barão do Teffé estuda sob todos os aspectos a superioridade do porto de Antonina, traçando um belo relatório, que com prazer, reproduzimos integralmente neste trabalho porque é um eloquente depoimento a favor do grandioso futuro desta terra”...conclama Ermelino de Leão.

Aqui registro algumas citações do Barrão de Teffé, que no momento considero essenciais a nossa identidade:

... “Tem, pois, o município de Antonina recursos próprios, e como entreposto do interior de toda a província  vê-se na cidade e porto um continuo movimento comercial que lhe dá vida e animação.
As ruas da cidade são em geral direitas, largas e limpas, as casas espaçosas e asseadas, o mercado bem provido e, sobretudo de carne verde superior e pelo preço barato de 200 reis o quilo e as suas fontes públicas abastecem de boa água a população.
Em resumo, em Antonina, a vida é cômoda e econômica, a índole do povo pacífica e alegre  ativo e sobremodo amável e hospitaleiro o caráter dos habitantes”.

...“Hoje Antonina ostenta o mais importante estabelecimento industrial do Estado – o Moinho Matarazzo erecto no próprio ponto assinalado por Antonio Rebouças para estação marítima da estrada de ferro do Paraná, e servido por uma linha  férrea que o põe em fácil comunicação com o interior do Estado”.

...“O futuro de Antonina está, pois, plenamente assegurado. O que devemos é trabalhar, com afã  para que o advento dos dias de progresso não seja retardado pela nossa incúria  É para lamentar que, no contrato de melhoramentos dos portos do Paraná fosse Antonina esquecida. Não somos dos que creem que, em futuro não muito remoto, os portos internos do Paraná se prestam para atender ao crescente volume do nosso comercio externo.
Teremos de cogitar na construção de um porto atlântico, em pleno oceano, que permita a franca navegação ao navios de alta tonelagem, se não quisermos ficar eternamente tributários dos portos de Santos e de S. Francisco. Esta se nos afigura a nítida compreensão das exigências do ardiloso futuro reservado ao Paraná.
Mas, nem por isso, nos devemos descuidar do presente e da conservação e melhoria dos nossos ancoradouros de Paranaguá e Antonina. Ambos são necessários para o atual movimento comercial do Estado, ambos podem e devem ser melhorados para permitir a expansão das nossas forças econômicas. A natureza está, sem duvida, escrevendo um capitulo de geologia, como bem observou douto viajante italiano. As nossas baias, dia a dia são obstruídas pelos detritos arrastados pelos numerosos rios, que lhes são tributários.
Tudo isto é triste e evidente verdade”.

E concluí: “É necessário, pois, que os poderes municipais de Antonina concentrem os seus esforços uniformemente, no sentido de obter esse resultado: a melhoria das condições do Porto sem maior ônus para o comercio que dele se utiliza”.

Antonina, 07 de outubro de 2013
Eduardo Bó do Nascimento


¹ Leão, Ermelino Agostinho de. Antonina, fatos e homens. 1918.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Antonina _ Síntese cronológica

Palestra no Brasílio Machado aos alunos da UFPR/Litoral
"AntonICH resgatando memórias. Prof Eduardo Nascimento apresenta uma síntese histórico-cultural da constituição e consolidação de Antonina. Um olhar muito especial de quem nasceu na cidade e depois de uma vida docente na UFPR, volta a viver na terra natal". (Prof.Valdo José Cavallet/ Diretor do Setor Litoral da UFPR).



ANTONINA – Síntese cronológica

Pré História _ Os tambaquibas – Sambaquis
1646/1649 – Autorizado os primeiros assentamentos (sesmarias) pelo Provedor de Paranaguá, Gabriel de Lara de Antônio de Leão, Pedro Uzeda e Manoel Duarte na região conhecida como Guarapirocaba, primeiro nome da Ilha do Teixeira.
1712 - Sargento-Mór Manoel do Vale Porto – considerado o fundador da cidade – se instala por aqui e cria o Sítio da Graciosa (Ilha do Corisco).
1714 – 12 de setembro, autorizada a construção da capela de Nossa Senhora do Pilar, pelo bispo do Rio de Janeiro, e inaugurada em 14 de agosto de 1722, passando a ser denominada de Freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa.
1738 – Início do Caminho da Graciosa, partindo de Curitiba.
1797 – 6 de novembro, emancipação política e criação da Villa Antonina.
1857 – 21 de janeiro, elevação à cidade.
1873 – 07 de julho, inaugurada a Estrada da Graciosa.
1877 – Porto de Antonina – relatório do Barão de Teffé.
1885 – 2 de fevereiro, inauguração da Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá.
1892 _18 de agosto, inaugurados o ramal ferroviário Morretes-Antonina e a Estação Ferroviária da Laranjeira. 
1900 _ Início do período de desenvolvimento portuário, com as instalações de novos atracadouros. Ciclo da erva-mate e madeira.
1914_ Início das instalações das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
1964_  31 de março, Golpe Militar.
1965 _ Estatização da Cia.Withers de Navegação.
1973_ Início das atividades voltadas ao turismo. Antonina, Mar, Arte e Amor.
1975 _ Fechamento das Indústrias Matarazzo.
1985 – Encerramento das atividades portuárias.
1989_ Incentivo às atividades turísticas: festas, patrimônio e gastronomia.
1991 _ Realização do 1º Festival de Inverno da UFPR.
1996 – Concessão para construção dos Terminais Portuários Ponta do Félix.
2008 – Aprovação do Plano Diretor.
2011 _11 de março, deslizamentos e enchentes;
         _29 de junho, tombamento parcial da cidade pelo Iphan. Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Grupos interessados na palestra é só entrar em contato: eduardobo1951@gmail.com. Público alvo: maiores de 16 anos. Ambiente adequado com tela e projetor datashow.
 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Analfabeto...


 Só pra relembrar!

Enquete. Como você avalia...

....os 9 meses da Gestão João Domero?

Registre sua opinião- na enquete ao lado direito superior do blog.
Aqui você pode opinar! Vote agora.


Mais um JekitiCultural.

O JekitiCultural 5 foi um sucesso. A marca do evento vem sendo construída mês a mês, e tem como ingrediente principal o reencontro. Pessoas se reencontram pessoalmente ou através das fotografias expostas e muita conversa de recordações. Além da boa música dos nossos cantores e instrumentistas e dos blocos folclóricos que sempre marcam presença.
No 5º tivemos o Bloco do Boi do Norte.
Já estamos pensando no próximo, que será realizado dia 27 de outubro – sempre no último domingo do mês. Venha trocar boas energias e aproveite para ouvir boa música, degustar um bom café com um bolinho de banana feito na hora. Se tiver o que mostrar (fotografias, antiguidades, pinturas, poesias...) aproveite o espaço para divulgar.
Veja alguns registros fotográficos:





















segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Mostre sua cara


“O maior patrimônio de uma cidade é seu povo. 
O maior Patrimônio Cultural são seus artistas. Patrimônio vivo! 
‘Saia do armário’ e venha mostrar seu trabalho no JekitiCultural – 
próximo dia 29 set. domingo. 
Mostre sua cara e contribua para dar mais vida a nossa cidade”. 
Tô nessa! 

Marcus Porvinha sempre marcando presença com seu acervo.

Aposentados graças a deus...(vale a pena ler de novo)

Publicado em 25/10/2009 e no livro "Tenho dito" 2012.

APOSENTADOS GRAÇAS A DEUS... E AO NOSSO TRABALHO
 

Esta é uma das frases que muita gente fala e ouve pela cidade. Vivemos em “uma cidade de aposentados”, tanto no bom como no mau sentido.
O paraíso é o ideal em que muitos aposentados se inspiravam quando ainda labutavam em seus postos. Mas tem muita gente, principalmente nós “capelistas”, que continua acreditando que aqui seja a melhor cidade do mundo para se viver. Mas não é bem assim.
Eu particularmente sempre achei que poderia contribuir – com minha experiência e natureza – para melhorar a cidade. E sempre tentei de alguma maneira deixar um pouco das minhas ideias e ações. Em 2005, fui convidado a fazer parte da nova equipe de governo que tinha um compromisso em mudar os rumos da cidade. Mudei de ares, topei o desafio e antecipei minha aposentadoria. Vou confessar que a motivação pela mudança e por ter um espaço na política me custou a perda de alguns R$, pro resto da minha vida. Mas topei. Entre poucas virtudes que tenho, uma é que não me arrependo das coisas que faço, pois sempre levo tudo muito a sério – até demais – nem que na metade do caminho tropece.
Iguais a mim existem centenas de pessoas que poderiam contribuir muito com a cidade e que também estão aqui por simples opção de vida, sem nenhuma preocupação de ordem financeira e com um desejo comum em viver bem e ver seus filhos e netos com expectativas de crescimento e qualidade de vida.
Mas aí é que mora o problema. 
Vivemos em uma cidade que passa por um longo período de estagnação social e econômica e ainda não achou sua nova vocação. Nossos mandatários mudam de quatro em quatro anos – alguns conseguem enganar duas vezes – e não conseguimos juntos dar um novo alento às nossas angústias do dia a dia. Ainda continuamos “a ver navios”. Com serviços públicos sem nenhuma responsabilidade e qualidade e governos sem a mínima participação popular. Claro... O “povo” não reclama, pois entende muito pouco ou quase nada do universo da política e dos políticos. Quem consegue dar seu berro solitário quase sempre é alijado do processo: “fala demais”.
Pela pequenez do nosso convívio era realmente para vivermos num paraíso. Mas é difícil, muito difícil, querer mudar um determinado padrão cultural enraizado, paternalista e com imensa dependência de submissão religiosa. As nossas autoridades políticas usam e abusam destes ingredientes e, sem contestação, vão dando prosseguimento ao estágio de letargia. Sequer conseguem montar um serviço competente de limpeza da cidade... Imagine pensar em um projeto de desenvolvimento sustentável a curto e médio prazos? Loucura.
Assim, nós “cidadãos aposentados... Graças a deus e ao...”, vamos lentamente também incorporando o espírito derrotista que paira em todos os cantos e esquinas do nosso velho rincão guarapirocabano. Mas, eu em particular, continuo tentando colaborar com a “minha vila” global. No mínimo exijo viver em um ambiente limpo e arejado. Porque quando começar a me satisfazer com menos que isso, já chegou a hora de mudar de universo. Aí realmente estarei me aposentando da vida. Tenho dito.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

DE CURITIBA A ANTONINA: DOIS ALEMÃES NOS TRILHOS

Primeiro de novembro de 1929…
Aproveitando o feriadão de Finados, dois alemães (suponho que de segunda geração) Hugo Hegenberg e Arthur Wischral – tomam o trem na Estação Ferroviária de Curitiba. Trata-se do antigo edifício à Praça Eufrásio Correa, hoje massacrado por um volumoso e hostil edifício, diante da amena e cordial Praça Eufrásio Correa.
 A Serra do Mar é transposta rapidamente e sem maiores considerações filosóficas,além da “monotonia das florestas brasileiras”, e menção às “alegres cachoeiras”, “tranqüilas florestas” e “gigantescas montanhas”.
Passam Porto de Cima e chegam a Morretes, onde têm interesse despertado pela Fábrica Paranaense de Papel – hoje abandonada – e a visitam, com autorização do proprietário Bergam. A matéria prima é o jasmim muito abundante na região, misturado com outros materiais – inclusive, reciclados. A mistura é cosida, as fibras são selecionadas, é prensada, seca, bobinada – e finalmente, cortada em folhas para comercialização.

Leia matéria completa: http://keyimaguirejunior.wordpress.com/2013/09/07/de-curitiba-a-antonina-dois-alemaes-nos-trilhos/

N.E.do Blog: Agradeço a dedicatória do autor do blog prof. e amigo Key Imagire Junior. Adoro vcs!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Vinténs...

“A maior problema da nossa cidade, não é a falta de expectativa de desenvolvimento, e baixa geração de renda e emprego. É a maneira com que nossos políticos tratam e são tratados pelo Estado”.
Precisamos de um Projeto de Cidade, para reivindicar recursos que venham aumentar nossa renda, criar emprego e desenvolvimento sustentável. Temos que levar a Brasília projetos sérios e viáveis e 
deixar apenas de levar Balas de Banana, em troca de míseros vinténs.”


Eduardo Nascimento

CASA DA CULTURA...POR QUE PAROU?

Obra inacabada...
A construção da Casa da Cultura de Antonina, (GARAGE DA CULTURA) anexa ao Theatro Municipal está paralisada desde dezembro de 2012. A obra é fruto de convênio entre o Iphan e a Prefeitura Municipal cujo cronograma de construção foi várias vezes alterado, devido à má gestão da obra e dos recursos de responsabilidade da prefeitura.
Inicialmente houve erro de informação sobre o terreno e a construtora abandonou a obra. Uma segunda construtora assumiu, mas também não terminou.
Segundo relatório do Iphan foi repassado mais de R$ 436.000,00 (quatrocentos e trinta e seis mil reais) para a prefeitura em três parcelas, sendo a última no valor de R$118.495,00 em 02/05/2011. 
Apesar da obra não ter sido concluída, a prefeitura também não prestou conta adequadamente dos recursos aplicados. Segundo doc. do portal: www.portal2.tcu.gov.br – “as  notas fiscais referentes aos serviços são foram devidamente identificadas com referencia ao título e ao número do convênio”... “em dezembro de 2012, constava um saldo bancário em conta específica do convênio o valor de R$33.588,00”. 
Pior ainda é a existência de pendencias na documentação do processo licitatório.
O início da obra foi em agosto de 2010 e o término previsto para janeiro de 2011. Além da construção do novo espaço anexo, esta incluída a restauração da fachada.

Mais uma vez nos deparamos com o mau uso do dinheiro público em nossa cidade. Enquanto o Governo Federal libera recursos, nossos administradores de plantão – ou por má fé ou por incompetência – deixam fugir pelo ralo. É bom lembrar que os recursos são oriundos dos impostos pagos por nos mortais contribuintes.

Espaço aberto para esclarecimentos do pessoal da prefeitura e do Iphan.

OUTRA OBRA
Quem passa pela Rua Heitor Soares Gomes também nota uma nova construção, financiada com recursos do Iphan, é a Casa da Memória. A recuperação daquele imóvel para a instalação adequada dos documentos referentes à nossa história parece que não apresenta nenhum problema. Ao menos a obra continua. Parece que não houve o tal convênio com a prefeitura – ao menos não consta na placa – e esta sendo administrado diretamente pelo Iphan.

Casa da Memória
Controle Social
Independentemente de quem é a responsabilidade da execução de uma obra pública, os recursos são públicos e precisam ser fiscalizados. A responsabilidade constitucional é do poder legislativo – em nosso caso a Câmara dos Vereadores – que parece fazer vistas grossas para determinadas situações.
Como cidadão e convidado, tenho participado em reuniões quando o assunto é o nosso Patrimônio Cultural. Venho incessantemente solicitando a criação de um órgão comunitário, de controle social - Comissão... Conselho – que possa ser consultado, dar parecer e fiscalizar os recursos públicos aqui aplicados.
Não podemos continuar presenciando obras importantes sendo abandonadas, e os suados recursos perdidos no ralo do descaso e da incompetência. Na última fala que fiz em público, nosso despreparado alcaide, só faltou me agredir fisicamente, pois não teve capacidade cognitiva para entender minhas reivindicações. E a coice sempre é a primeira arma.
Mas nenhum órgão de governo gosta de ser fiscalizado pela comunidade, tanto que nem a prefeitura e muito menos o Iphan se pronunciam favoráveis. Daí nos sobra  o Ministério Público. Pena... Pois poderíamos discutir, planejar e construir juntos. É o nosso dinheiro que está em jogo.

PAC DAS CIDADES HISTÓRICAS
Agora a Presidencia da Republica acaba de disponibilizar mais de R$17milhões para a recuperação de alguns sítios históricos em nossa cidade. Mas quem ira administrar esses recursos?
Bem isso é assunto pra depois.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

ACREDITE SE QUISER!

Pontal e Antonina apoiam projetos de expansão dos Portos no Paraná
Antonina, 06 de Setembro de 2013.

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) recebeu, esta semana, o apoio da sociedade civil organizada de Pontal do Paraná e de Antonina para os projetos de expansão das atividades portuárias no Estado. A manifestação é consequência do diálogo, reforçado pela diretoria em duas reuniões locais.
Na última segunda-feira (2), o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino, e os diretores Empresarial, Lourenço Fregonese, e Financeiro, Carlos Roberto Frísoli, se encontraram com representantes da Prefeitura, Câmara Municipal, do comércio e de outros setores de Pontal do Paraná.
No Auditório Municipal do Balneário Primavera, Dividino fez uma apresentação sobre infraestrutura portuária, apresentou os projetos de ampliação - entre esses o de um novo porto de Pontal do Paraná, previsto no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado - e reforçou a intenção de desenvolver o porto integrado à cidade.
“Temos que desmistificar essa falsa ideia de que o Porto de Paranaguá está pensando em seu próprio desenvolvimento sem pensar ou considerar a cidade. É preciso entender que o Porto, como um ciclo industrial, tem que estar engrenado e isso não acontece se nos prendermos a interesses de empresas específicas. Isso, sim acontece se os municípios estiverem conosco. Por isso a nossa preocupação em ouvir e debater com representantes da sociedade civil organizada”, afirma o superintendente.
O presidente da Associação Comercial Industrial e Agrícola de Pontal do Paraná (Aciapar), Gilberto Espinosa, disse que a reunião foi histórica. “Mesmo Pontal já tendo se emancipado há anos de Paranaguá, até agora nos mantínhamos vinculados, o que impedia que déssemos um passo adiante. A posição do superintendente de apoiar um porto em Pontal - alterando a poligonal do Porto de Paranaguá, excluindo Pontal da área portuária de Paranaguá - é para nós um alento” afirmou. “Nesse sentido, vamos somar. Negar um porto a Pontal é ir contra o desenvolvimento do Estado e do próprio país, lembrando que Paranaguá não concorreria com um porto local, pois concorre com o mundo”, concluiu Espinosa.

ANTONINA – Outra reunião foi realizada nesta quarta-feira (4), em Antonina. De acordo com o diretor do Porto de Antonina, Luis Carlos de Souza, cerca de 300 pessoas participaram do encontro, representando diversos setores da sociedade. O assunto foi, principalmente, a reativação e ampliação do Porto Barão do Teffé.
“O que pudemos verificar nesse debate com a sociedade é que todo mundo apoia e espera essa ampliação. Com a expansão, os portos paranaenses ganham novas áreas, novos empreendimentos e, consequentemente, novos empregos e mais renda para os municípios”, comenta o diretor.

Na reunião em Antonina, o superintendente tirou as dúvidas da população local sobre os projetos para Antonina. Dividino falou também sobre o projeto executivo para ampliação do cais; das dragagens - uma de manutenção, já concluída, e outra de regularização, em processo; da segunda etapa do novo Centro Administrativo, já entregue; e do projeto executivo da pavimentação das vias de acesso e do pátio do Porto Barão do Teffé.

Fonte: Agência Estadual de Notícias
O grifo é de responsabilidade do blog

Escoteiros Vale Porto....Histórias e Estorias

Desfile da tropa nos anos 60
Vale a pena ver de novo:

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

No final de semana...

Veículos estacionados na calçada
A cidade recebe um número considerado de visitantes, principalmente aqueles que vem saborear nossa boa gastronomia. As vias de acesso aos restaurantes no setor histórico não têm nenhum tipo de sinalização de trânsito, muito menos áreas reservadas para estacionamento, causando com isso um total desrespeito para com a cidade e seu patrimônio. Falta o básico: placas de sinalização.
A prefeitura precisa com urgência, contratar alguém para criar um sistema de trânsito para o centro da cidade, o qual depois de implantado poderá amenizar os problemas com o fluxo desordenado de veículos.
Na principal via histórica – Al. Valle Porto (ladeira da matriz) até foi tentado colocar sinalização horizontal, mas parece que faltou tinta amarela (como tudo que é feito pelo pessoal de Obras) e a pintura dos meios-fios ficou pela metade. Agora os condutores de veículos não sabem qual é realmente a mão para estacionar, pois também esqueceram de colocar as placas.
Ontem durante minhas pedaladas, constatei que na Rua Marquês do Herval (beira-mar) os condutores estacionaram seus veículos na calçada sem nenhum desprendimento e em total desrespeito as regras básicas de comportamento. A polícia militar, responsável pela fiscalização, parece não ter pessoal capacitado junto ao Detran para autuar os infratores.
Aliás, o próprio prefeito municipal – morador na área – ainda não aprendeu este tipo de comportamento e dá mau exemplo, quando estaciona diariamente seus carros na calçada enfrente sua residência.
Ta na hora de fazer alguma coisa, sinalizar a cidade, disponibilizar aos visitantes áreas para estacionamento, sinalizar e autuar os infratores. Começando pelo alcaide.
Tenho dito!
Veículos estacionados na calçada. A direita da foto,
o carro de propriedade do prefeito na calçada e
 na contra-mão. 


sábado, 31 de agosto de 2013

Oséias...


O Zé ias 

Nem vem aqui por perto...
Porque seu cheiro faz mal.

Não encha o saco...
Tenho mais o que fazer.

O querido como vai você?
Dona Cirene está bem?

Sai...Sai...Vai dando o fora!
Procura seu rumo!
Não tenho trocado.

Olha ali quem chegou...
O Oséias...Que surpresa.
Aqui tem lugar pra todos...
Pode ficar a vontade... 
E contar seus causos!

- Obrigado!

Eduardo Nascimento
31.08.2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Dicas do Bó...Via Campestre

A convite do amigo Sidney Cordeiro visitei as obras de ampliação e melhorias da 
Chácara Via Campestre. O local está sendo ampliado para oferecer o melhor espaço 
da cidade para encontros: festas, casamento, aniversário, formatura, encontro religioso...etc.
Localizado no bairro do Saivá (a 300m do asfalto) dispõe de um conjunto de piscinas, totalizando 83000 litros de água, e ainda salão de festas, hospedaria, churrasqueiras e cozinha. Em uma área verde com mais de 50.000 m² com bela vista para a Serra do Mar.
Agora podemos contar com uma área planejada para a festa dos amigos,
da família e da empresa.
Parabéns pelo empreendimento.
Maiores informações: 41 3077-4280 e 41 3432-4280



segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Jekiti Cultural...mais um.

Ontem aconteceu a quarta edição do JekitiCultural (é um espaço com muita música, fotografia, brincadeiras e bate-papo que acontece todo o último domingo do mês, em um ponto de ônibus da cidade de Antonina – PR no período das 9:00 às 14:00h) e apesar do tempo não estar ensolarado, os assíduos frequentadores compareceram mais uma vez, agora para “bater ponto” com um gostinho de brincadeira.
A marca desta quarta edição ficou por conta de muitos reencontros entre antoninenses, que há muito não se viam. Música animada, livros, fotografias e até troféus foram mostrados, somados aos cafés e aos tradicionais bolinhos de banana e camarão do local.
Os organizadores já estão pensando no próximo (29 set) que deverá ter novidades: participação de representantes das Escolas de Samba da cidade, Músicos da Filarmônica e um espaço para nossos Contadores de Causos. Aguardem!
Veja algumas imagens:











Veja mais fotos: 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

R$ 17 milhões para Antonina

Governo Federal destina R$ 17 milhões do PAC das Cidades Históricas para Antonina
Antonina, 22 de Agosto de 2013

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (20) a liberação de R$ 16,98 milhões para oito ações de revitalização e restauração em Antonina.
O município foi o único do Paraná incluído nesta etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas. O anúncio foi feito em São João Del Rey (MG). No total, serão investidos R$ 1,6 bilhão em 44 cidades brasileiras.
O governo também deve anunciar nos próximos dias a liberação de uma linha de crédito de R$ 300 milhões para financiar obras em imóveis particulares localizadas em 105 cidades com áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
“Não tenho dúvida de que nossas cidades históricas são uma extraordinária afirmação do Brasil, uma extraordinária autoafirmação do povo brasileiro, chamariz para o turismo, para viagens culturais, gerando emprego e renda para a população e receitas para os municípios”, destacou a presidente Dilma.

Ações do PAC das Cidades Históricas em Antonina:

Restauração do Armazém Macedo e barracão anexo
Restauração do Sobrado da Prefeitura Municipal e anexo
Conservação e Revitalização da Estação Ferroviária e do entorno
Restauração da Fonte da Laranjeira e requalificação do Largo da Fonte e entorno
Restauração da Fonte da Carioca e requalificação do Largo da Carioca e entorno
Restauração do Santuário de Nossa Senhora do Pilar e requalificação do entorno
Restauração da Igreja do Senhor Bom Jesus do Saivá e requalificação do entorno
Restauração da Igreja de São Benedito e requalificação do entorno

Fonte: Correio do Litoral.com


Depois que... (vale a pena ler de novo)

Foto meramente ilustrativa
PASSARAM AS PRINCIPAIS FESTAS ANUAIS DA CIDADE...
Publicado em 20/08/2009 e no livro "Tenho Dito, 2012.

Ao menos para o turismo. É o momento de se abrir um canal de diálogo entre a sociedade, a administração pública e os promotores dos tais eventos.
Ainda carecemos de um canal participativo oficial – Conselho da Cidade, Conselho de Cultura... ou de Turismo –, instrumentos legais e ligados diretamente aos eventos, como meios de manifestação cultural e turístico. Faz-se necessário um espaço para que se possa avaliar o que foi feito este ano, aparar as arestas e partir para um projeto mais aperfeiçoado e profissional.
A maior parte das nossas festas, principalmente as mais importantes, são públicas e ocupam espaço urbano não projetado para o seu desenvolvimento.
Sendo a construção de um Centro de Eventos algo para se pensar – falo há mais de 20 anos – em médio prazo, se faz necessário definir, ao menos, um novo espaço urbano que possa agregar esse tipo de manifestação, com a mínima infraestrutura necessária. Caso isso venha a acontecer, muitos serão os benefícios, principalmente quanto à preservação ambiental, do nosso calçamento e dos prédios históricos e, principalmente, respeito aos moradores e comerciantes legalmente aqui estabelecidos.
Já se faz o tempo de reconhecer que vivemos em uma cidade especial, rica historicamente e de uma natureza exuberante e protegida por lei. Nossos monumentos históricos, como as Igrejas, o Theatro Municipal, a Estação Ferroviária, o prédio da Prefeitura Municipal e até a nossa centenária Escola “Dr. Brasílio Machado”, merecem ser protegidos e ficar imunes às intempéries das barracas e de outros utensílios barbarizantes.
A sociedade deve ser ouvida. A administração municipal deve assumir suas responsabilidades frente à cidade e ao evento e impor normas e limites para o uso dos espaços públicos e principalmente para a exploração comercial.
Se alguma instituição achar por bem tornar sua manifestação algo público e precisar utilizar os espaços abertos e urbanos, independente de quem seja: Associação de Bairro, Entidades Religiosas, Acadêmicas, Clubes de Serviço e até mesmo a prefeitura, deverá obedecer determinados critérios e limites, garantindo a liberdade de expressão e o direito de cada cidadão.
Precisamos iniciar um processo para a melhoria da nossa qualidade de vida. E se as nossas festas são meios de geração de renda, não deveriam continuar sendo feitas sem nenhum critério. Precisamos discutir para melhorar. Todos ganham, desde que não continuem olhando para os seus umbigos.

P.S. Meu convite como ex-sócio e fundador da Aestur – Associação dos Empreendedores de Serviços Turísticos de Antonina – para a entidade dar início ao processo.


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Ministério Público em ação.

14/08/2013 - ANTONINA - MP-PR ajuíza ações contra gestores públicos por contratação irregular de servidores na saúde:

A 1ª Promotoria de Justiça de Antonina (Litoral do Estado) ajuizou duas ações civis públicas por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Antonina, os dois últimos secretários municipais de Saúde e o procurador do Município, devido à terceirização dos serviços de saúde pública no município nos anos de 2012 e 2013. Na ação, a Promotoria requer à Justiça a indisponibilidade de bens dos requeridos.
A Promotoria aponta que a Prefeitura contratou profissionais particulares, por meio de credenciamento, para atuação nos serviços de saúde do CAPS I nos anos de 2012 e 2013, burlando o concurso necessário para a contratação dos novos profissionais. O ato teve a anuência do procurador do município, que autorizou a inexigibilidade da concorrência para o preenchimento das vagas, sequer considerando a necessidade de concurso público.
O Ministério Público argumenta que a terceirização de serviços de saúde e sua respectiva administração para entidades do setor privado só poderia ser realizada de maneira excepcional e complementar, uma vez que o Estado tem o dever de fazer a prestação desses serviços. Segundo as ações, a prática viola a Constituição Federal e a Lei 8.080/90.
Segundo a Promotoria, todos os profissionais foram “credenciados” e contratados sem concurso público, configurando-se uma terceirização ilegal dos serviços de saúde no município e a prática de improbidade administrativa (Lei nº 8.429/92).

Informações para a imprensa com:
Assessoria de Comunicação
Ministério Público do Paraná
(41) 3250-4228 / 4439


Fonte: perfil do face de Orlando Bittencourt Machado

N.E.do Blog: O pepino é dos GRANDE...dá-lhe BERRO!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A festa da padroeira - Histórias e Estórias XV

Estampa da Padroeira
Dia 15 de agosto é comemorada a festa da padroeira da cidade, Nossa Senhora do Pilar.
O escritor Ermelino de Leão¹, nos conta que... “no pequeno povoado de Guarapirocada, quando o sesmeiro Sargento-Mor Manoel do Valle Porto – considerado o fundador do povoado - aportou por aqui em 1712, trazendo inúmeras famílias para trabalhar em suas lavouras e na mineração, se estabelecendo na Ilha da Graciosa (hoje Corisco)”.
No povoado, duas irmãs Maria e Tereza (somente se reporta a Tereza – Maria aparece como suposta em alguns escritos) eram devotas fervorosas de Nossa Senhora do Pilar. Possuíam uma estampa da virgem e todo dia 15 de agosto reuniam as pessoas do povoado e celebravam rezas em seu louvor. Valle Porto se aliou aos devotos e entusiasmado com o fervor da crença e mandou construir uma capela para que os moradores pudessem melhor render o culto à santa.
Enquanto a obra era erigida, encomendou uma imagem da Virgem do Pilar a um santeiro da Bahia, que julgando desconhecimento do contratante, lhe enviou a imagem de outra Nossa Senhora, a da Soledade, mas a “trapaça” foi percebida e a imagem foi devolvida, até anos mais tarde chegar a encomendada.
“A princípio foi construída a Capella-mór, suficiente para o culto que os cinquenta casais fregueses, poderiam tributar á virgem, naqueles remotos tempos; e quando chegou da Bahia, a verdadeira imagem de Nossa Senhora do Pilar, pode Valle Porto, com grande gaudio, deposital-a no seu altar, doando-lhe, segundo narra a tradição, os terrenos circunvizinhos, para o seu patrimonio”, diz Ermelino de Leão¹.
A construção da capela foi autorizada no dia 12 de setembro de 1714, pelo bispo do Rio de Janeiro, D.Frei Francisco de São Jerônimo, e o povoado passou a ser denominado de Freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa, onde hoje se encontra o santuário, marco importante para a formação do povoado e de sua religiosidade.

As Festas de Agosto²
Foi devido a construção da capela que os moradores da localidade ficaram conhecidos como Capelistas. As festas a cada ano que passava, eram bem mais animadas. Centenas de pessoas moradores da vila e das comunidades próximas, não mediam esforços para marcar presença no dia 15 de agosto, em agradecimento ou para pedir as bênçãos da santa padroeira. As tradicionais barraquinhas – coisas da igreja– surgiram somente no início do século passado, lá pelos anos 30 e serviam para angariar recursos para o Hospital de Caridade da cidade, que estava localizado perto da matriz.
E foram nas décadas de 30 a 60 onde aconteceram as maiores festas. Milhares de romeiros vindos dos mais distantes lugares, de barco, de ônibus ou de trem, chegavam a Antonina, para comemorar a tão esperada e anunciada Festa de Agosto, em homenagem a Nossa Senhora do Pilar.
O largo da Matriz - depois denominado de Praça da República e hoje Cel. Macedo - ficava todo enfeitado para o acontecimento. As pessoas compravam roupa nova, pintavam suas casas e aumentavam seus suprimentos para poderem receber e hospedar os amigos e familiares. Grande queima de fogos de artifícios marcava a data. Cada noveneiro queria apresentar sempre um maior número possível de fogos, e a disputa era acirrada para se conseguir sempre chegar em primeiro lugar. Eram famosas as novenas dos estivadores e dos empregados das Indústrias Matarazzo. Mas ficava sempre para o dia da festa o maior espetáculo pirotécnico.
A partir dos anos 70, quando o dia 15 de agosto deixa de ser feriado santificado nacional, a movimentação de romeiros começa a diminuir e foi sendo lentamente percebida pela população local. O número de barraquinhas – termômetro do sucesso do evento - diminuía a cada ano que passava, e foi pouco a pouco perdendo o que de mais tínhamos orgulho: a grandiosidade da festa da nossa padroeira N.SRA.do Pilar. Mesmo assim tivemos algumas e pontuais grandes festas, como a da família Tanaka em 1975 e do Reencontro em 1986. Nos anos oitenta e noventa pouco foi feito para resgatar a grandiosidade da festa. A desativação da ferrovia, somada ao desaquecimento econômico da cidade com o encerramento das atividades portuárias, enfraqueceram ainda mais as nossas comemorações.

¹ - “Antonina, Homens e Factos, 1918.
 ² - Publicado em 31 de julho de 2003 no blog palavradobó ©eduardonascimento

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Mais uma festa.

Podem fazer festa à vontade. Não posso reclamar muito porque também já inventei e realizei algumas festas na cidade. Juninas, carnaval, festival, natal... e etc e tal. Quando tento fazer alguma coisa sem domínio do assunto, tenho como princípio solicitar ajuda e assessoramento. Caso recente da edição do meu último livro de fotografias.
Mas fazer uma festa é preciso muito conhecimento por parte dos organizadores, e parece que ainda não aprendemos como tornar nossas festas mais organizadas e principalmente como instrumento de geração de renda para todos.
Venho a muitos anos reivindicando a construção de um Centro de Eventos, mas nossos administradores parecem que além da surdez também adquiriram miopia e só se preocupam em engordar suas poupanças. Hoje já nem podemos mais reivindicar um Centro de Eventos, pois o “único” local adequado e central seria o terreno enfrente ao 29 de Maio, hoje ocupado pelo “elefante branco” construído no “governo klebadeira”. Mas, ainda dá pra pensar e adequar um espaço urbano para a realização das nossas festas. Que não são poucas.

Assim não dá
O que não podemos é continuar ignorando o valor histórico da nossa cidade – pois foi até tombada pelo Iphan  - e deixar na mão de organizadores irresponsáveis. Tudo pode para satisfazer suas vontades, e a prefeitura faz de conta que não tem nada a ver com isso.
Já passou da hora e é preciso dar um basta nisso. Fecha-se a cidade para qualquer tipo de coisa, sem o mínimo planejamento, critério e vão enchendo as ruas de bagulhos.
Acho importantes nossas festas e todos os segmentos da sociedade têm direito de faze-las, mas precisamos nos adequar aos equipamentos e a demanda. E principalmente respeitar os moradores. Nada é comunicado e muito menos sinalizado!
Se a atual administração pretende continuar fechando a cidade – como as anteriores fizeram – então que fechem de uma vez. Demarquem algumas áreas e as equipem com os serviços necessários. Ou - de uma vez por todas - escolham um outro local para a realização das nossas festas. Antonina é uma cidade histórica que merece respeito. E também nós moradores!

Já cansei de escrever sobre o assunto...mas???????
Veja algumas matérias: http://palavradobo.blogspot.com.br/2010/08/barracas-como-parametro.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2011/03/barracas-no-brasilio.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2009/06/em-tempo-de-festas-o-por-que.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2010/08/fecha-festa.html , http://palavradobo.blogspot.com.br/2012/08/a-festa-da-padroeiravale-pena-ler-de.html

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O roubo da Imagem do Bom Jesus do Saivá...Em Vale a pena ler de novo.

Imagem do Bom Jesus do Saivá
O roubo da imagem

Na calada da madrugada do dia vinte e nove de janeiro do ano de mil e novecentos e oitenta e quatro, foi roubada a imagem original do Senhor Bom Jesus do Saivá do altar de sua igreja em Antonina. A população católica e devota ao santo se sentiu consternada com a notícia e mais ainda ao constatar o vazio em seu altar. 

Leia matéria completa:

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Resultado da enquete: Como você avalia o 23° Festival de Inverno da UFPR?

Como você avalia o 23° Festival de Inverno da UFPR?
Ótimo 14%
Bom 22%
Ruim 22%
Mais ou menos 18%
Péssimo 9%
Impreceptível 9%
NDA 2%

Votos 71

Analisando o resultado, houve  empate entre os que acharam o 23° Festival de Inverno da UFPR Bom (22%) e Ruim (22%). Se somarmos os votos de Bom (22%) e Ótimo (14%), uma grande parte (36%) ainda acha o evento de suma importância. Em compensação a soma dos votos Ruim (22%), Péssimo (9%) e Imperceptível (9%), resultou em 40% da opinião dos votantes - a maioria.
O evento foi considerado Mais ou Menos por 18% dos votantes.
O que ficou claro é a existência de um divisor de águas entre aqueles que acharam que o evento foi Bom/Ruim.
A enquête é um simples instrumento momentâneo de opinião, que poderá servir para diagnosticar ou não o rumo de uma situação. Uns as utilizam para melhorar suas performances, outros ignoram. O blog simplesmente abriu seu espaço.