quarta-feira, 1 de julho de 2009

AESTUR VIVA


Ontem foi eleita a nova diretoria da Aestur-Associação dos Empreendedores de Serviços Turísticos de Antonina, para o biênio 2009/2011, liderada por Tony Bruinje (Restaurante Buganvil). Compareceram mais de 25 empresários referendando a chapa concorrente. Parabéns a nova diretoria e que a idéia do coletivo permaneça, para o bem de todos e melhores dias para o nosso turismo e sociedade.
Viva a Aestur...A história continua.
Na foto: Fernando (Fernanda Figueiredo), Lenice Maranhão ( Hoteis Camboa), Fátima (Hotel Capelista), Cassio (Revistaria Calixto), Tony (Restaurante Buganvil), Atef (Lojas A Barateira), Junior (Farmácia Farmais), Mauro Maranhão (Hoteis Camboa) Joaquim (Restaurante Cantinho de Antonina) e Orlando ( Casa Di Pão Bittencourt).

terça-feira, 30 de junho de 2009

19o Festival de Inverno da UFPR

Ver programação: www.proec.ufpr.br/festival2009
Inscrições abertas

VALE A PENA LER DE NOVO

REINVENTANDO O FESTIVAL
Eduardo Nascimento*
(Matéria publicada no blog em 18.07.2006 e enviada para o Coordenador de Cultura da UFPR)

Durante o décimo primeiro festival, fui convidado pela Coordenadora de Cultura da UFPR, professora Dulce Osinski, para escrever um capítulo do livro que contaria a história dos festivais de inverno. Coube-me relembrar e relatar os primeiros passos que foram dados para a montagem do projeto, que naquele momento completava 11 anos de existência. Em dezembro do mesmo ano foi luxuosamente publicado: “Festival de Inverno da UFPR, 11 anos de cultura, arte e cidadania” pela própria universidade.
Após relatar sobre a gênese do projeto, na tentativa de deixar alguns vestígios para a história e objetos para análises, terminei meus escritos com o seguinte parágrafo:
“Dez anos depois e logo após a realização de sua décima primeira edição, a primeira do novo milênio, acredito na necessidade de uma avaliação qualitativa e criteriosa dos resultados, ouvindo as comunidades participativas: professores, artistas, técnicos, alunos e principalmente os moradores da cidade de Antonina. Muitas coisas mudaram nos últimos 10 anos, e é preciso incorporar as mudanças ao novo projeto do festival, para que ele continue atendendo as práticas educativas, artísticas e culturais da nova época, e com sua alegria envolvente continue participando do nosso crescimento por muitos e muitos tempos. Amém”.(pág.39)
Hoje na qualidade de morador da cidade, professor aposentado da instituição e eterno simpatizante do evento. Se tivesse que escrever alguma coisa sobre o festival, sem dúvida alguma, poderia muito bem repetir o mesmo parágrafo, o qual finalizei o ensaio em 2001.

Um projeto pedagógico e cultural, principalmente quando envolve uma determinada comunidade, tem que ser tratado de maneira dinâmica e moto-contínua. Não dá para simplesmente continuar preenchendo grades estruturais, nascidas no terceiro festival (1993), e deixar de lado o fator fundamental da invenção. As comunidades têm que se envolver, através de seus agentes, organizados ou não, para que possam retomar a essência do projeto, objetivando a verdadeira integração entre os fazeres culturais da universidade e da cidade.Esta última edição, a décima sexta, deixou muito a desejar. Desde a fraca identidade visual, passando também pela pouca ou quase nenhuma divulgação, pela qualidade dos cursos e as poucas e fracas opções das oficinas de aprimoramento, as quais, sempre contribuíram para a melhoria da oferta qualitativa dos cursos e a presença de profissionais renomados. Ou seja, poderia novamente escrever um novo ensaio sobre o nosso tão importante festival, mas, este meio (blog) não é o apropriado para longas discussões. Mas gostaria de reafirmar que é preciso, neste momento, tentar reinventar o festival. Começando por uma discussão entre o próprio grupo que o coordena, passando pelos Departamentos afins da própria universidade (Artes, Música, Design, Arquitetura, Educação Física, Comunicação, Turismo... Etc...etc...etc.). A mesma discussão deverá ser estendida à comunidade de Antonina, mas não ficar somente no nível oficial, pois, o oficial passa e a comunidade fica e dá sustentação.
É preciso rever o “foco” do evento. Quais as áreas que devem ser mais bem tratadas. E os espetáculos? Para quem e para quê? Será que a comunidade não gostaria de ver o palco principal em outro local? E as comunidades? Como seria um festival reinventado? Estas são algumas perguntas que poderiam fazer parte de um novo diagnóstico. O festival, sem nenhuma dúvida, é o mais importante evento cultural da universidade e da cidade. Sua importância é fundamental para o desenvolvimento local, da região e da própria universidade, pois além de gerar conhecimento, gera renda e emprego para as comunidades envolvidas. São dezenas de professores e monitores contratados, técnicos, motoristas, montadores, iluminadores, carpinteiros, pintores, artistas, cozinheiros, camareiras, copeiras, recepcionistas, ou seja, é um universo de pessoas e de desejos, que gostariam de poder contar por muitos e muitos anos com o Festival de Inverno da UFPR, em Antonina. Vamos reinventar o festival?

* Antonina, 1951. Professor aposentado da UFPR. Participou do evento como: idealizador, Coordenador do Curso de Educação Artística, Coordenador de cursos do Festival, Coordenador geral do Festival, Coordenador de Cultura da Ufpr, professor ministrante por quatro anos, aluno, Secretário Municipal de Turismo... E agora como um “distante” apreciador.


N.E.do Blog: o evento chega em sua 19a edição entre trancos e barrancos. E é chegado o momento de unirmos esforços para que a instituição FESTIVAL seja fortalecida. Não é possivel continuar na dependência de acertos políticos mal sucedidos em prejuizo ao bom andamento do projeto. Esperamos que, apesar de diminuto, o 19o Festival de Inverno da UFPR aconteça com garra e qualidade, mas novos caminhos terão que ser traçados.

domingo, 28 de junho de 2009

Lançamento de CD


Sábado, 4 de julho no Theatro Municipal 21h, show e lançamento do cd MOTIVO de Antonio Eugênio (pelica). Entrada Franca. Prestigie os nossos artistas comparecendo e adquirindo um exemplar. Até sábado!

Assembléia Extraordinária da Aestur

A Aestur, convoca seus associados para a Assembleia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 30.06.2009 terça-feira, às 20h no Theatro Municipal.
Na pauta Eleição do Conselho Diretor e Fiscal para o biênio 2009/2011

Chapa: AESTUR Participativa!

Conselho Diretor
Diretor Presidente: Tony Frank Bruinjé.
Restaurante Buganvil.

Diretor Vice-Presidente: Fátima Pereira Mauricio.
Hotel Capelista.

Diretor de Documentação (Secretario): Cássio Mauricio de Abreu Calixto.
Revistaria Calixto.

Diretor Financeiro: Fernando Martins Tavares.
Loja Fernanda Figueiredo.

Conselho Fiscal

Nair Welzel.
Restaurante Brisa do Mar.

Mario de Castro.
Farmácia Hiperfarma.

Orlando Bittencourt Machado.
Casa Di Pão Bittencourt.

Participe!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Hoje é dia de São João...

E lembro bem das festas juninas do meu tempo de criança. A melhor e a mais importante, para mim, era a Festa da Fogueira da Caserna dos Escoteiros. Seu Maneco Picanço organizava a tropa e dividia as tarefas por patrulhas. A do Cão, da Águia, da Raposa...Os Lobinhos e os Seniores. Lá íamos nós, facão na mão, até o morro do Bom Brinquedo, cortar bambu para ornamentar o local. As bandeirinhas eram preparadas pelo seu Maneco, em seu próprio armazém de secos e molhados, nas horas vagas. Cada “patrulha” comercializava alguma coisa: quentão, batata-doce, pinhão...Etc. O ponto alto da festa era a dança da quadrilha, quase sempre pontuada por Wilson Cavalcanti ou Pelego. Outras atrações eram o Pau-de-sebo, Quebra-pote e a Árvore da Surpresa. Que consistia em uma árvore cheia de presentes colocada no meio da fogueira, e em um determinado momento a árvore tombava e a criançada fazia a festa. Alegria total. Bom mesmo era o espírito social, pois a pequena arrecadação ficava com cada acantonamento para melhorar suas instalações.
Bons tempos. A gente era feliz e não sabia.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Antonina dos meus dias


Praça Romildo Pereira/Feira Mar 1978


Praça Romildo Pereira/Feira Mar 2009

VALE A PENA LER DE NOVO

Publicado no jornal eletrônico "Antoninaonline" em 18 de junho de 2002 e no livro "Crônicas da Capela"(2006)

NOSSAS FESTAS...

Um povo se conhece por suas manifestações culturais, elas representam o que se tem de mais importante: a sua identidade. Nossa cidade sempre foi conhecida por suas famosas festas; umas religiosas, outras pagãs, uma ou outra gastronômica e assim por diante. Mas sempre tivemos a marca de sermos os bons de festa. Lembro muito bem - ainda criança - quando chegava 15 de agosto, saía de casa bem cedo (com roupa nova comprada na Loja do Madureira) para esperar o trem que chegava na estação, puxando mais de 20 vagões transportando centenas de romeiros, devotos da padroeira. E também, ficávamos orgulhosos quando contávamos os ônibus estacionados ao longo da Av. Matarazzo. De um em um chegávamos aos 150. “Quando a gente é criança parece que tudo é bem maior, mas os números continuam com os mesmos valores, eles não mudaram”.

Claro, são dados memoráveis das décadas de 60... 70. Centenas de barraquinhas contornavam a nossa bela Praça (a Praça Cel. Macedo era considerada a mais bonita do Paraná, pela exuberância de suas árvores, pela quantidade e diversidade de flores cultivadas: papoulas, bocas-de-leão, rosas, hortênsias...) onde milhares de pessoas descansavam, após terem visitado a nossa igreja matriz. Barcos vinham dos municípios vizinhos e a movimentação do nosso comércio garantia um bom faturamento. Outras festas também atraíam muita gente, como o nosso carnaval, que até metade da década de noventa era considerado o melhor do Estado. Também já tivemos Festa do Siri, Barreado, Caranguejo, Exponina e Festivais de Música e até de Inverno.

NOSSAS COMIDAS...

Um bom pirão de peixe com farinha de mandioca acompanhado de uma banana da terra assada na chapa. Ou um gostoso barreado feito em panela de barro, bem escaldado com arroz, farinha e banana. Um camarão frito ou ensopado e um peixe assado na folha da bananeira.Uma caranguejada com caldo de feijão e salada de cebola. Um bacucu a vinagrete e uma boa porção de ostra na chapa. Uma casquinha de siri, com um bolinho de camarão ou de banana, sem esquecer uma pitada de açúcar e um pouquinho de canela por cima. Não dá pra deixar de experimentar uma boa pinga artesanal, uma compota de goiaba, de mamão ou abóbora. Ah! O doce de banana...Estava me esquecendo. Temos também licores.

Olha só quanta coisa boa que faz parte da nossa história gastronômica. Comidas que durante décadas estão presentes em nossas mesas e enraizadas em nossa cultura. Os frutos do mar por nossa localização e o barreado trazido pelos faisqueiros, tropeiros ou foliões. O importante é que temos uma tradição comportamental alimentar, uma riqueza que nos diferencia das outras comunidades, um Patrimônio Cultural.

NOSSA CULTURA.

Casarios, igrejas, fontes, armazéns, porto, ruas estreitas, uma bela baía emoldurada pelas montanhas da serra do mar. Uma história que começa em meados do século XVIII (1712) com a chegada do Sargento Mor ocupando as sesmarias da Graciosa. Florestas, rios, manguezais e um eco-sistema invejável por qualquer “gringo” visitante. Cheiro de colônia, atmosfera de presépio, gente a espera de um barco e de um olhar de esperança.
A Filarmônica, banda da cidade virou até orquestra e toca todo o último sábado do mês no coreto da praça.

Com este farto coquetel de ingredientes, qualquer estudante de Turismo é capaz de criar um pequeno programa para o desenvolvimento turístico em nossa cidade. A receita não é muito difícil. É preciso repensar as nossas festas e investir na qualidade, aproveitar com inteligência a nossa gastronomia e torná-la atraente e competitiva. Melhorar sensivelmente a prestação de serviços através da realização de cursos e treinamento de mão-de-obra especializada e principalmente restituir visualmente a cidade com a melhoria dos serviços essenciais como iluminação, calçamento, limpeza, coleta do lixo, corte de mato, assistência social, segurança, entre outros. É preciso tornar a nossa cidade agradável inicialmente para nós os moradores, “pois uma cidade só é boa para o turista, quando é boa para o seu cidadão”, esta é uma das regras iniciais para se começar a pensar em um projeto de desenvolvimento do turismo para qualquer localidade. Enquanto isso não acontece ficamos olhando os turistas da nossa vizinhança, que dão uma passadinha por aqui, fazem “xixi” e vão embora. Os nossos restaurantes ficam vazios nos finais de semana e a cidade está com cara de doente, parece que houve um tiroteio e o povo sumiu. (passe pela rua Dr. Carlos Gomes da Costa, às 13 horas de domingo e constate ao VIVO e a CORES o que estou falando).

Nossos empresários sentem-se abandonados e é preciso uma ação conjunta com o poder público para então, traçarem diretrizes mínimas para o desenvolvimento de um programa de turismo. Se a administração pública não tem capacidade para o intento, se faz necessário uma urgente mobilização da comunidade - principalmente dos comerciantes diretamente envolvidos - para a geração de idéias, tomadas de decisões e estratégias que irão proporcionar novas ações voltadas para uma melhor movimentação de riqueza e um fluxo maior de turistas. Mas para isso é preciso deixar as “picuinhas” de lado, respeitar a pluralidade de idéias e resgatar a “auto-estima”, valores essenciais para um diálogo construtivo, em nome da reconstrução da dignidade do nosso cidadão, do comércio e da nossa cidade como um todo.

N.E.do blog: o texto já tem sete anos, pouco mudou neste período. Mas é bom relembrar...para não dizerem que já: "não falei das flores".

O trapiche municipal...


Apesar da reforma ter sido embargada, a obra continua lentamente, assim como a mente dos nossos governantes. Sobre a reforma do flutuante, na Secretaria Municipal de Obras, responsável pela fiscalização, ninguém sabe de nada. Para lembrar, a reforma foi prometida finalmente para ser entregue em fevereiro 2009. Pasmém...o flutuante do trapiche não faz parte do orçamento disponível de "apenas" R$470.000,00. Estou com um vinho "Trapiche" me enviado pelo amigo Celso Meira, quando a interdição fez um ano. Guardo para abrir e degustar na entrega da reforma. Espero que não demore tanto senão vou ter que beber vinagre.
Boa obra.
O pior é que ninguém reclama...e tudo por aqui continua "uma maravilha". Amém.

domingo, 21 de junho de 2009

Pague seus impostos

Se voce deve para a prefeitura, por favor pague,
senão a gente não pode cobrar.
de Recuperação Fiscal

Veja como quitar seus tributos atrasados.

Antonina Limpa

Convidamos a todos para a reunião do Movimento Antonina Limpa, a realizar-se na terça-feira (23/06), 17:00, no auditório do Brasílio Machado.

Estamos retomando as atividades do Movimento. Como já foi divulgado, a prioridade número 1 do Movimento Antonina Limpa é a implantação imediata da coleta seletiva do lixo. Independente de outras ações e iniciativas, vamos fazer a nossa parte: A proposta do Movimento é construir, em mutirão com a Associação dos Catadores, o banheiro, a cozinha e o portão do local onde foi instalado o barracão destinado à reciclagem. Na reunião da próxima terça-feira vamos definir a melhor maneira de coordenar o voluntariado e centralizar as doações de material de construção (já temos o orçamento de material para o banheiro e a cozinha).
Uma vez encaminhadas as questões da coleta seletiva do lixo, vamos, dar início a definições para a prioridade número 2 do movimento: O saneamento básico. Não podemos perder mais tempo. Vamos tentar recuperar o tempo perdido...

Não se esqueça: terça feira, 5 da tarde, no Brasílio Machado. Até lá!
Movimento Antonina Limpa
Comitê Gestor

Começou o inverno


terça-feira, 16 de junho de 2009

Em tempo de festas. O por quê?

Para quem já fez uma dissertação de mestrado ou tese de doutorado sabe muito bem que são as perguntas que movem o mundo e não as respostas.
Sempre questionei e vou continuar a indagar alguns por quês das nossas festas. Muitas vezes não encontro respostas lógicas.

01 - Por que se montam barracas de alimentação durante o Festival de Inverno?
02 – Será que os nossos estabelecimentos não conseguem atender a demanda?
03 - Por que as barracas, em sua maioria, são exploradas por comerciantes não residentes na cidade?
04 - Será que não seria melhor que as nossas festas gerassem renda para os nossos moradores?
05 - Por que a prefeitura tem que ganhar dinheiro com aluguel das barracas?
06 - Será que a comunidade antoninense não gostaria de aumentar sua receita comercializando seus produtos, durante a realização das nossas festas?
07 - O antoninense não gosta de trabalhar em barracas?
08 - O que o empresariado estabelecido, que paga impostos, ganha com a permanência dos barraqueiros?
09 - Quanto o município (não a prefeitura) ganha com a existência das barracas?
10 - As barracas geram riquezas para quem?
11- E por que não ser somente uma FESTA?

P.S. Somente estou fazendo perguntas.

Perguntar não ofende

Por que antes das eleições os bloguistas da cidade eram considerados pelo candidato que foi eleito como "Formadores de opinião" e agora ...despresivelmente taxados de: "Uma minoria"?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O bloguista oficial ficou maluco

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Edital de Concorrência Pública

Concorrência pública para ocupação e exploração de Barracas de Alimentação para o 19º Festival de Inferno da UFPR em Antonina

http://www.antoninaviva.blogspot.com/


Está lá no blog da prefeitura. Erros a gente comete, mas por favor trocar o nome do festival de inverno é intolerável. Freud explica o que é chist. Mais cuidado com as notícias públicas é dever e obrigação do "nosso" assessor de imprensa. E não digam que a culpa é minha!

Para quem gosta...


A vista vale a pena...


apesar do estado do mirante. fotos 16h 15.06.09

De fazer uma bela caminhada, o trecho da Fonte das Laranjeiras até o Mirante da Pedra da Bela Vista, está em boas condições para quem quiser curtir um belo contato com a natureza e após 30 minutos, descortinar com uma bela paisagem da nossa cidade. O caminho foi totalmente limpo pela equipe da prefeitura e apresenta condições seguras para a prática de caminhada. Até a Fonte das Laranjeiras poderá ser visitada, pois os alunos do curso de Meio Ambiente do C.E.Brasílio Machado, estiveram por lá e fizeram uma bela faxina.
Somente o mirante precisa ser reconstruído, pois aquele logradouro é um dos mais importantes atrativos da cidade. O mirante está totalmente destruído, aproveitando-se somente sua estrutura, dará muito bem, com boa vontade, ser recuperado pela prefeitura.
Vale a pena dar uma subida até o Mirante da Pedra. Tenha cuidado...Mas a paisagem é exuberante.

domingo, 14 de junho de 2009

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA


Estação Ferroviária, em torno de 1940. Autor desconhecido.



Deu na Gazeta...

Existe turismo de inverno no Paraná?
Publicado em 14/06/2009 Casto José Pereira

Enquanto o branco da neve e do frio atrai turistas a cidades do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, de São Paulo, de Minas Gerais e até às montanhas do Rio de Janeiro, aqui no Paraná, em termos de movimentação turística, passamos o inverno em branco. Além de não atrairmos turistas nenhum com o frio, nós, paranaenses, fazemos turismo de inverno em outros estados.
Por quê? Porque a cegueira dos que têm poder de decisão parece irreversível. Não querem dar o braço a torcer, não querem reconhecer o óbvio: o potencial turístico do nosso estado.
Claro que essa incredulidade acaba contaminando o empresariado. Sem um estímulo consistente, objetivo, ninguém se anima.
Também no frio do inverno – como, especialmente, no calor do verão – se confirma: quem passa pelo Paraná não é turista, é passageiro. Passa por aqui aproveitando as boas estradas, com uma velocidade incrível, em busca de outros destinos.
Definitivamente no Paraná não existe (ainda) um ponto de turismo de inverno e, no verão, todos sabem, a maioria dos paranaenses, inclusive administradores públicos, procuram as praias de outros estados.
De nada adiantou o “Plano Quatrienal para o desenvolvimento do Turismo”, lançado pelo atual governador no início da sua gestão em 2002. Os quatro anos se passaram e quase nada aconteceu. O Plano Quadrienal ficou só no papel. Agora em 2009 o plano que foi reeditado terá, por certo, o mesmo destino.
Para se avaliar o real interesse de incentivar o turismo no estado, o Banco Social, até 2006 havia estipulado um valor máximo para financiamento de R$ 5 mil. Com esse dinheiro não se compra uma charrete. Enquanto isso a Lei 12.845, de novembro de 2007, instituiu oficialmente uma política estadual de fomento ao turismo rural no estado do Rio Grande do Sul.
Hoje, a divulgação é uma indústria muito promissora. Com fotos magníficas, o Paraná tem o que mostrar: revela-se fotogênico nos folhetos distribuídos em feiras de turismo. Uma quantidade impressionante de papel é impressa todos os anos mas, comparado a outros estados, nosso turismo não evolui. Misteriosamente, esse rico material nunca chega às mãos dos verdadeiros turistas.
O Paraná tem tudo, ou quase tudo, para ser “turisticamente correto”.
Só falta vontade política (VP). Sem VP continuaremos patinando, queimando embreagem sem sair do lugar, desperdiçando nosso potencial, perdendo nosso tempo e ficando cada vez mais distantes nessa competição turística, hoje disputada pau a pau por todos os estados brasileiros.
Concluindo: os pontos para o turismo de inverno no Paraná existem. São maravilhosos e localizados em importantes municípios.
O que falta é a tal VP. O que falta é querer ver, é deixar de fechar os olhos para uma importante e lucrativa atividade, para a qual, neste momento, as faculdades públicas e particulares do Paraná estão preparando 1.700 novos turismólogos.
Pergunto: esses jovens estão sendo preparados para trabalhar com quem?
Casto José Pereira é empresário do turismo rural.

N.E.do Blog: Infelizmente continuamos em mãos erradas, e também somos culpados pelo espírito paternalista e pela falta de reação. Se ao menos xingamento fosse atrativo turistico, nosso governador seria o maior marketeiro. De concreto mesmo nos resta um governo minimalista para o turismo. Por aqui ainda bem que acontece (?) o Festival de Inverno da Ufpr, responsavel pela oxigenação do empresariado da área do turismo. Bó.

sábado, 13 de junho de 2009

O feriadão ...

Foi bom para o turismo. Os restaurantes “bombaram” no atendimento da sexta e do sábado. O pessoal do artesanato também sentiu o aumento nas vendas. Boa nota.

Em torno da Praça Coronel Macedo, local onde concentra hotéis e restaurantes e nosso maior atrativo, a igreja matriz, já se faz necessário uma sinalização de transito voltada para regulamentar as paradas de vans e ônibus. Mãos a obra.

Simplesmente...


Fachada da Igreja de São Benedito, com iluminação cênica.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fotografias que fizeram história


Triunfo dos Aliados

Esta fotografia do triunfo dos aliados na segunda guerra, onde um soldado Russo agita a bandeira soviética no alto de um prédio, demorou a ser publicada, pois as autoridades Russas quiseram modificá-la. A bandeira era na verdade uma toalha de mesa vermelha e o soldado aparecia com dois relógios no pulso, possivelmente produto de saque. Sendo assim foi modificada para que não ficasse feio para os soviéticos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

PENSAR GRANDE E FAZER PEQUENO

Uma das angústias que carrego - apesar de não depender financeiramente da cidade em que vivo – é a maneira como Antonina foi tratada por nossos governantes nas últimas décadas. Não estou sozinho nesta caminhada. Sei e sinto que muitas pessoas gostariam de ver nossa cidade ser tratada com mais respeito e que sua população, principalmente a mais jovem, tivesse alguma expectativa de crescimento.
Com a mudança de comando municipal, sempre aflora um novo ar de esperança para a cidade.

Mas o que é que Antonina precisa? É o principal questionamento quando um planejador pretende indicar caminhos. Será que precisamos de muito, ou temos tudo e não sabemos trata-lo?
Em várias ocasiões, participei de grupos de trabalho na tentativa de pensar a cidade, mas pouco ou quase nada foi colocado em prática, porque “infelizmente” dependemos demais das decisões do poder público, em todos os escalões.
Hoje, temos um estudo elaborado tecnicamente que nos dá caminhos possíveis para que possamos reencontrar o desenvolvimento, é o Plano Diretor. Ele indica com segurança várias probabilidades, desde pequenas ações de separação do lixo, até grandes obras, como aterros e programas de desenvolvimento sustentável. Está tudo lá.
Mas para que algo comece acontecer se faz necessário dispor de um certo ingrediente, fundamental para quem vive em sociedade: vontade. Primeiro a mudança deveria partir da própria população, mas pela “pequena” vivência que por aqui construí, não creio que isso aconteça. Há uma paralisia sinestésica inacreditável e quase incurável em médio prazo. Posteriormente a política, ou seja, o chamamento desta sociedade, culturalmente paternalista para discutir, planejar e construir juntos. Eu disse juntos!

Mas será que não poderíamos pensar grande e começar fazendo tudo que é pequeno? Fácil de viabilizar, com nossos próprios recursos, com a participação da sociedade e principalmente de algo que poderiamos melhor aproveitar: a nossa criatividade.
Criatividade não é virtude dos artistas, é virtude de todos que conseguem pensar grande e realizar pequenas coisas novas e bem feitas. Todos podemos e devemos ser criativos, basta trabalhar muito.
Certo dia perguntei para um grande mestre, como ele se inspirava para conseguir aquela obra. Ele me respondeu com sabedoria: “Noventa por cento de transpiração e dez de inspiração”. Eis aí um receituário que devemos por em prática.
Com vontade e trabalho, poderemos reencontrar o desenvolvimento que desejamos. Mas alguém precisa começar. E é pelas pequenas coisas que se constrói uma bela cidade e um bom governo.

CORPUS CHRISTI


Amanhã é feriado nacional santificado a Corpus Christi. Data comemorada e importante para a comunidade católica. Em todo o Brasil, as ruas são decoradas por onde simbolicamente passará o santíssimo sacramento, com tapetes e adereços altamentes criativos. Também, parte da população aproveita o feriado para descançar e encontra por aqui boas referencias, principalmente na gastronomia como na hotelaria. Bom feriado.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Produtos do Bó


Livros "Antonina dos meus dias","Crônicas da Capela"; CD de Dados do jornal eletrônico "Antonina-Online e fotografias de minha autoria, poderão ser encontradas na Revistaria do Calixto e no Restaurante Buganvil. Me ajudem a continuar contando um pouco da história da nossa cidade...e o "caviar" do Chico (meu cachorro). Pedidos online: eduardobo51@ibest.com.br

Lua e Barco


POESIADOBÓ

Nasce lá

Hoje é noite de lua cheia;
Fui até o mirante atrás da matriz;
E vi a lua cheia nascer;
A lua nasce em Paranaguá.

Tudo escuro pra lá do mar;
Nem sei se é água ou lama;
Pra direita sem porto...Aborto.
Pra esquerda duas ruínas;
Na frente excremento;
Antena parabólica.

Mas hoje é noite de lua cheia;
Barco parado beira mar...
Luzes no horizonte;
A lua nasce em Paranaguá.

Mas aqui não é lá;
Mas que nasce...Nasce;
Lá do mirante vi a lua;
Sei até que não vão gosta.


Eduardo Nascimento
08 06 2009

E a Ponta do Félix?

Olho Vivo
Publicado em 08/06/2009 celso@gazetadopovo.com.br

Mistérios 1
A Câmara de Vereadores de Antonina também está interessada em saber o que foi feito com o terminal portuário da Ponta do Félix: foi mesmo vendido para outro grupo? Quem são seus novos controladores? Que planos têm para mantê-lo em funcionamento e recontratar as centenas de trabalhadores já despedidos? A tarefa dos vereadores será hercúlea, pois a Assembleia Legislativa já quis saber a mesma coisa (aprovou requerimento de informações do deputado Élio Rusch) e não obteve respostas.

Mistérios 2
Para desvendar os mistérios, os vereadores antoninenses constituíram na semana passada uma comissão especial de investigações (CEI), com poderes para obter depoimentos dos envolvidos nas supostas últimas negociações para a venda do terminal. No ano passado, um grupo canadense propôs comprá-lo por R$ 108 milhões, mas foi impedido em razão de estranhos obstáculos criados pela Appa, que tornavam o negócio desinteressante ou impossível.

Mistérios 3
Os obstáculos foram removidos apressadamente no início deste ano, quando (até chegou a ser anunciado isso) um grupo paranaense teria feito uma oferta de R$ 53 milhões ao cotista majoritário, o Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil. Apesar de o valor ter sido a metade do ofertado pela multinacional canadense, o negócio teria sido realizado. Ou não. Existem ainda muitas dúvidas.

sábado, 6 de junho de 2009

Feira de Artesanato


A Feirinha de Artesanato local, hoje e amanhã será montada na Praça Coronel Macedo.
Vale a pena conferir e apoiar a boa produção dos nossos artesãos.

VANDALISMO...

Destrói Patrimônio Histórico da cidade

Diariamente no período matutino faço caminhada de uma hora pelas ruas do centro da cidade. Quase sempre acompanhado da minha “Nikon” para “caçar” alguma imagem que possa me sensibilizar. Hoje, infelizmente deparei com um ato de puro vandalismo, pois passando enfrente a Fonte da Carioca percebi que parte daquele monumento histórico tinha sofrido ato de vandalismo. Imediatamente fotografei a ocorrência e comecei a me questionar: falo com quem sobre o ocorrido? Realmente, por se tratar de um monumento tombado pelo Patrimônio Histórico Estadual, deveria procurar a Coordenadoria Estadual. Mas hoje é sábado. Fui ao Theatro Municipal à procura de quem pudesse me ajudar, mas não encontrei ninguém. Tentei telefonar para a Secretária de Cultura e Turismo, creio deva ser a responsável legal pelo zelo do nosso patrimônio, mas não consegui contato. O que fazer então? Encontrei Caetano Machado (primo do prefeito) que se prontificou a contatar alguém da prefeitura para isolar o local, protegendo o material, ou recolher cuidadosamente para futura recuperação.

Atos dessa natureza diariamente acontecem por aqui. Nossos monumentos e edifícios públicos estão sendo pixados e depredados por grupo de pessoas irresponsáveis, que transformam nossas noites em campo de destruição e batalha. Faz-se necessário com urgência a presença da Guarda Municipal, principalmente nos locais de valorização histórica.

Espero que na segunda-feira, os responsáveis pelas “coisas da cultura” em nossa cidade, tomem as medidas necessárias para a recuperação da Fonte e comecem a vigiar melhor nossos monumentos. Eu vou fazer a minha parte.




sexta-feira, 5 de junho de 2009

O que é bom a gente aplaude.

Canduca assina termo que exige solução para o lixo de Antonina

O TAC prevê cronologicamente todas as ações no sentido de modificar a postura da administração e da população com relação ao lixo.

Leia mais www.antoninaviva.blogspot.com

N.E.do Blog. Sem nenhuma dúvida as mudanças na cidade começam pelo comportamento das autoridades e da sua população quanto ao tratamento do lixo. Parece que agora vamos tratar o meio ambiente com respeito. Parabéns.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Pequenas melhorias...

Estão sendo percebidas pela cidade. É um grupo de trabalhadores roçando as ruas, outro fazendo canteiros e tapando os buracos. A iluminação pública melhorou com a contratação de uma empresa para substituir as lâmpadas queimadas. São pequenas tarefas que juntas melhoram o visual da cidade e a auto-estima da população. Mas não esqueçam que terão de continuar mantendo. É isso que a gente quer...visibilidade administrativa através de suas ações.

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA


Antonina, Rua XV de Novembro, década de trinta.

VALE A PENA LER DE NOVO

Publicado no livro "Cônicas da Capela"
12 de março de 2002

FALAR É MUITO BOM, OUVIR É MELHOR AINDA.

É muito difícil conviver em uma pequena cidade e tentar expressar a sua opinião, aliás, escrever a sua opinião. Uma grande parcela da comunidade tem dificuldade em distinguir opinião e oposição, isso é normal. Outras lêem o que interessa e retiram palavras do seu contexto original e as interpretam de suas maneiras, não conseguem entender a essência do texto, e é aí que mora o perigo. Quando se publica alguma coisa, sabe-se muito bem do risco que se pode correr, mas vale a pena correr riscos por ter tentado passar suas idéias, do que pecar pela omissão.
As pessoas que ocupam cargos públicos não se preocupem, pois não pretendo fazer oposição a ninguém. Se eu quisesse fazer oposição estaria falando através de um partido político, e não me expondo solitariamente. Não falarei de suas pessoas, mas cobrarei dos senhores como ocupantes de cargos públicos, que devem sim senhores, darem satisfações de seus afazeres, pois pagamos com nossos impostos os seus salários e exigimos trabalho e dedicação de suas partes, as causas da nossa cidade. Jamais caluniarei alguém, só quero, e vou continuar registrando com textos e imagens as coisas que “eu” achar erradas. Não vou me calar ao ver abandono, miséria, lixo, apagão, despreparo funcional, maracutaia, empreguismo, clientelismo, falta de amor e desrespeito pelas coisas do povo. Pelas minhas coisas.
Vou continuar escrevendo, fotografando e publicando enquanto tiver energia para isso. Pois não quero passar o resto da minha vida reclamando nas esquinas e falando ao vento. Espero contribuir para uma maior conscientização dos valores da nossa cidade e também para que a administração municipal possa, através das minhas “denúncias”, arrumar um pouco mais a nossa tão sofrida e abandonada Antonina. Só quero ser mais feliz!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Independentemente...

De gostar ou não do governador, após esta foto, teve "defunto" que se mexeu na cova.
(foto do blog Antonina Viva)

Embargo...ainda mais essa.

Após a visita calorosa do Governador Requião a nossa cidade, para a entrega de três ônibus para a alunarada do ensino fundamental, e ter sido altamente enaltecido pelos políticos locais, a obra mais polêmica de seu governo em nossa cidade, a reforma do Trapiche Municipal, hoje foi embargada, segundo informações que obtivemos junto ao pessoal da construtora.
A reforma prometida para ser entregue em 28 de fevereiro, apesar de atrasada, estava lentamente ganhando corpo, e até ontem no palanque oficial o prefeito sinalizou sua inauguração para os próximos quinze dias.
Sobre o referido embargo, irei verificar o por que da causa.
Não podemos também esquecer, que o flutuante, parte integrante do trapiche, sequer foi licitado, e continua em condições precárias. Estamos há mais de 1050 dias sem o trapiche.
Êta paciência "marvada".

RUÍNAS HISTÓRICAS


A ruína mais importante da cidade, o Barracão da família Macedo, pelo tempo que se encontra abandonada, já se tornou uma referencia para a cidade.
Hoje seu estado é de extrema preocupação, pois o local deveria estar interditado, devido a falta de segurança aos visitantes. A parede lateral do imóvel, a qualquer momento deverá desabar.
Está em mãos do prefeito Canduca, uma proposta que o entreguei no mês de março, tendo como uma das ações a ocupação do espaço para a criação do Armazém do Apelido, projeto idealizado pelos arquitetos Key e Marialba Imaguire.
O imóvel vizinho também se encontra em ruínas e além de constituir um forte vistígio do nosso processo de abandono, também é vivenciado por pessoas desocupadas e drogadas.
Segundo me informou, a prefeitura está em fase de identificar os proprietários e verificar a situação dos referidos imóveis, para dar início a desapropriação ou indenisação, já que o terreno é de propriedade da união.
Independente do destino que será dado aos imóveis, se faz necessário uma ação imediata por parte da atual administração, no isolamente e proteção do local.
Quanto a ruína dos Macedos, proposta para sua ocupação já existe, somente falta a decisão do prefeito. Estamos aguardando.

sábado, 30 de maio de 2009

O Governador...

Requião deu seu ar da “graça” por aqui no dia de hoje. Veio entregar – com direito a recepção musicada e a presença dos alunos e professores da rede pública municipal - dois micro-ônibus para integrar a frota escolar. A recepção, exigida pelo mandatário, teve tom de campanha eleitoral, pois o Beto Requião deve sair candidato ao senado, nas próximas eleições de 2010. Transporte escolar é direito de todos os estudantes deste país, e é de responsabilidade governamental, equipar os municípios na prestação do serviço.

Infelizmente a política é assim mesmo. Mudam as pessoas do palanque, mas as práticas continuam as mesmas e o discurso é sempre que o Fulano de Tal, hoje mandatário está ajudando a cidade.
Governo tem que mostrar serviço, pois é sua função e obrigação, reverter nossos impostos em qualidade de vida. Não devemos nada para ninguém, se alguém continua com dívida são os nossos governantes, em todas as esferas, que continuam tratando Antonina de maneira paliativa e com total descaso.

Quando iremos nos fazer respeitar? É a pergunta que paira nas cabeças dos mais apaixonados e descentes cidadãos antoninenses. A prática do político “baba-ovo” não mais dá resultado a sociedade. O necessário é apresentar projetos e contar com o apoio da comunidade. Somente assim que iremos conseguir – sem ficar devendo favor politiqueiro - nossos objetivos, com planejamento e seriedade.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Crédo...

“O que mais apavora um poder idiotizado, é a luz do conhecimento”.

VALE A PENA LER DE NOVO

TORRE DE BABEL

Esta semana recebi um convite para exposição promovida pela Prefeitura Municipal de Antonina, chancelado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Esta tal Secretaria não existe. É preciso que a atual gestão faça a sua tão esperada reforma administrativa para que a gente – e também eles – comece a se entender. O Secretário que assina pela cultura é de direito Secretário da Cultura e Comunicação, que está também respondendo pela Secretaria do Turismo, que não é do Turismo é do Esporte e do Turismo. O Esporte esta na Secretaria da Educação, que gostaria de ser Educação, Esporte e Laser, e não é. Já quem “assina” e responde pela Secretaria da Comunicação é por lei o Secretário de Indústria e Comércio, que inexiste de fato. O Chefe de Gabinete responde pelo Departamento de Compras, e quem realmente atende o Gabinete é quem se diz Secretário de Governo, cargo que não existe. Depois de também ter assinado por algum tempo como Secretario de Turismo e saber que o “tempo” de maturação de idéias do nosso prefeito é dos bem demorado, já esta na hora de tomar as medidas que venham solucionar está total confusão, ou “poderemos” responder por crime de falsidade ideológica.

Publicado no blog em 20/01/2006 23:29

N.E. do Blog: E agora como anda a reforma administrativa? Com a palavra o prefeito municipal.

Fotografias que fizeram história


The Falling Man

The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados do 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirando-se de uma das torres.A publicação do documento pouco depois dos atentados irritou a certos setores da opinião pública norte-americana. Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar unicamente fotografias de atos de heroísmo e sacrifício. Ah sim... Mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Legislando

Ontem, pela primeira vez na atual legislatura, presenciei a reunião da Câmara Municipal de Antonina. Um dos assuntos em pauta, o qual fez com que dezenas de cidadãos comparecessem ao local, é o trâmite do projeto de lei que cria a Fundação Municipal de Esporte.

O que deu para transparecer – para mim um simples mortal – é o fator “afogadilho”, ou seja, o executivo “pressiona” o legislativo para aprovação da tal Fundação. Também deu para notar, e não precisa ser tão politizado, que a “casa” mudou de tom e a prática do “afogadilho” faz parte do passado.

Para que um projeto de lei seja aprovado, é necessário seguir todo um trâmite legal do legislativo, ou seja, o regimento da casa. Que inclui discussões e reuniões das comissões que darão pareceres favoráveis ou não a proposta. É importante ressaltar, que as reuniões das comissões são públicas e abertas a qualquer cidadão, principalmente aos diretamente ligados à proposta que podem contribuir com esclarecimento, e vice-versa. O que não pode e não deve é aprovar projetos duvidosos, sem amparo legal...Etc.
Não estou questionando, em hipótese alguma se há irregularidades no projeto em questão, pois não o conheço. Somente me reporto ao que ontem assisti e conclui.

O que me deixou mais seguro foi o nível de discussão dos nossos legisladores, que melhorou consideravelmente, comparando com legislaturas anteriores.
Quero destacar o comportamento da secretaria da mesa, na pessoa do vereador Márcio Balera que em punho defendeu o regimento da casa. E que se cumpra.

Quanto a Fundação de Esporte...pode ser um assunto para outra ocasião. Pois, como educador tenho algumas colocações que em breve farei. Se necessário for.
Para finalizar, é bom lembrar – e vou cobrar diuturnamente – que temos um Plano Diretor, uma lei maior, que deverá ser entendida, legislada e executada por nossas autoridades. O que não está contemplado, não deverá ser priorizado.

terça-feira, 26 de maio de 2009


E o mato...

OH!!! Continua crescendo.

CADÊ OS CONSELHOS?

Os Conselhos Municipais são instrumentos de participação do cidadão, que representam os setores não-governamentais e o governo municipal. No discurso de palanque do candidato Carlos Augusto Machado-Canduca, o que entusiasmou o eleitorado mais esclarecido foi a gestão compartilhada, ou seja, um governo com a participação popular.
A participação da comunidade com mais legitimidade poderá ser através dos Conselhos Municipais, órgãos consultivos e deliberativos das políticas executadas pelas Secretarias Municipais.
Estamos chegando aos 150 dias do governo “Antonina Viva” e ainda não percebemos nenhuma nomeação referente aos Conselhos. A sociedade organizada e mais esclarecida exclama por participação, pois esta foi a chama da mudança. Conselhos Já!

PLANO DIRETOR I

Com a aprovação do Plano Diretor da nossa cidade, a atual administração já poderá lançar ações que venham dar início ao processo de desenvolvimento proposto. O Plano deixa claro o indicativo para a promoção do nosso desenvolvimento econômico, que deverá ocorrer através de três linhas básicas: Portuária, Turística e Desenvolvimento Rural.
Creio -com a pequena experiência adquirida nos últimos anos - que o foco inicial deverá ser dado ao turismo, por ser uma área com segmentos já organizados e de retorno a curto e médio prazo, com grande potencial para geração de empregos em diversas camadas da sociedade local.
Uma reforma administrativa deverá ser o próximo passo da atual gestão, para se adaptar as indicações e a lei a qual aprovou o Plano Diretor. No sentido de criar instâncias de serviços públicos (secretarias), que possam discutir e planejar as ações que irão viabilizar o desenvolvimento proposto e esperado.
O atual prefeito não precisa mais "inventar a roda", pois o Plano Diretor indica “o caminho das pedras” e o que deverá ser mudado para que se possa reencontrar um desenvolvimento sustentável para o município.
Com a aprovação do Plano Diretor, me parece que acaba de uma vez por todas a criação de secretarias para amigos e correligionários. As células administrativas deverão seguir os desígnios propostos pelo Plano e priorizar as áreas de serviços essenciais e de desenvolvimento econômico. O resto “tá” fora.
Agora temos um instrumento legal, para que possamos cobrar dos nossos legisladores o cumprimento da lei, que por eles mesmo foi aprovada. E também cobrar do poder executivo, políticas públicas coerentes com a nossa vocação de desenvolvimento sustentável, com transparência e participação popular.
Mãos a obra!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

POESIADOBÓ

Amarelar

Vaca amarela
Lá atrás da serra
Por que não falo mais
Vaca amarela.

Tudo o mesmo
Caminho confuso
Anda palavra...espera
Vaca amarela.

O meu...O seu,
Pra onde irá sensação,
Já era ao menos escroto;
Pare... Vaca amarela!

Eduardo Nascimento
20.05.09

terça-feira, 19 de maio de 2009

A "turma do litro"


No final do "expediente" o que resta é o abandono.

A tão conhecida “turma do litro”, agrupamento de pessoas que faz da praça do mercado, o seu ponto de encontro etílico, diariamente continua se reunindo para degustar a tal caninha. O problema é que de folclórica a turma não tem mais nada e o número de adeptos vem crescendo e gerando mal estar para os transeuntes daquele local. É preciso ser tomadas algumas decisões, principalmente por parte das nossas autoridades, para que possa amenizar ou por fim a esta situação.
A Secretaria de Ação Social é a responsável em dar um encaminhamento a situação. O “pessoal do litro” precisa de atenção. Caso contrário se tornará um caso de polícia.
Por favor, façam alguma coisa por eles, pela liberdade das pessoas de bem e pela melhoria do visual daquele logradouro. Qualidade de vida começa pelo tratamento das pessoas.
Não confundam assistencialismo com assistência social.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Momentos finais...



O tão comentado Trapiche Municipal chega na reta final de sua reforma.
O projeto de gosto estético duvidoso - pois o anterior dava de dez a zero em termo de charme – e de estrutura não confiável a olhos amadores, recebe seus últimos retoques e deverá em breve – já falei isso anteriormente – ser inaugurado. Está mais com cara de meia-água de "luxo" do que estação de embarque ou coisa parecida. Misto de madeira, vidro blindex e telhado de cerâmica. Um famoso "pós-merderno".
O flutuante, parte mais importante do trapiche, ainda não foi licitado, pois pasmem, os R$450.000,00 (quatrocentos e cinqüenta mil reais) orçados para a reforma não inclui o flutuante. Segundo informações obtidas através da Eco Paraná, empresa responsável pelo equipamento, o governador já aprovou os recursos (ainda mais?) para a sua recuperação, mas até o momento somente apareceu uma empresa habilitada para a concorrência. O que deverá acontecer é novamente o retardo da entrega da tão sonhada reforma, prometida para fevereiro de 2009. Enquanto isso o povão continua andando no mangue a espera da maré. Haja paciência.


Parte coberta com estrutura de madeira de eucalipto.


O flutuante está esperando a reforma, que ainda não tem data para começar.


Tem "urubu" na jogada...podes crer.

DESCASO



Lembrete ao pessoal da prefeitura. O mato da Ponta da Pita foi capinado no dia 30 de abril e até sábado, 16 de maio ainda estava lá esperando que alguém o carregasse.
Não tem paciência que aguente. Guentá!

sábado, 16 de maio de 2009

Vale a pena ler de novo.

Deitada a beira do mar...

Já cantava os versos do poeta ao deslumbrar a grandeza paisagística da nossa cidade. Uma pequena cidade a beira mar, que tem, claro, o mar como elemento diferenciador das outras localidades. Por ser fundo de baía também preserva determinadas características peculiares, como os manguezais, as faixas das marés que baixam e os visíveis assoreamentos provocados pela própria natureza e pela atuação desequilibrada do homem. De qualquer ponto em que se possa enxergar o nosso pequeno povoado, a harmonia topográfica das nossas construções, tangenciam a linha divisória das águas da nossa baía, criando um verdadeiro cenário de presépio.

Semana passada resolvi olhar a cidade mais do alto, convidei uns amigos e subimos até a pedra da “Bela Vista”. Quinze a vinte minutos para subir o morro ( a idade já começa fazer a diferença), no início tentei ver de perto a tradicional e histórica Fonte da Laranjeira, ela ainda está lá resistindo ao tempo e ao abandono. Já foi ponto de romarias nos anos 40, romeiros vinham de várias localidades para ver a santa no fundo da água da fonte. Lembro muito bem quando criança, sempre encontrava por lá objetos “ex-votos” deixados como prova da graça alcançada. Fotografei o estado em que se encontra a Fonte e segui caminho. Em 1996 o Governo do Estado melhorou o acesso até a pedra, construiu rampas, escadas, canaletas para escoamento das águas e até um mirante “reforçado”, com isso tornou um ponto mais acessível aos turistas e a própria comunidade. Dá tristeza de ver a situação em que hoje se encontra o referido caminho, árvores caídas, canaletas entupidas com lixo e folhas, a grama deu lugar para o mato que tomou conta e o pior mesmo é que ao chegar você encontra o mirante todo quebrado, abandonado, com indícios muito visíveis de vandalismo. Mas lá em baixo...bem lá em baixo, a gente vê e deslumbra com a beleza da nossa querida Antonina. Sua pequena baía emoldurada pelas montanhas da serra do mar, seus manguezais, dezenas de pequenas residências e um minúsculo porto. É muito lindo, e vale a pena – apesar do esforço e do abandono- subir até o Morro da Pedra e ver a nossa cidade de outro ponto de vista. Um pouquinho de longe.

Com tanta beleza que a nossa cidade tem não dá para aceitar passivamente a situação de abandono e o descaso com que a atual administração vem se comportando. Não é preciso falar muito é só olhar as imagens e perceber. Está aí, e digam que estou inventando. Hoje não existe em nossa cidade sequer um ponto, equipamento urbano ou logradouro público que esteja em perfeitas condições de uso, limpeza e conservação. Eu desafio a administração a me mandar uma foto atual de qualquer ponto da cidade que esteja em ordem, bonito, que nos dê orgulho de sermos parte dele. A gente não entende como é que esta tal prefeita administra. O que infelizmente se sente é o total descaso pela cidade, a falta de amor pelas pequenas coisas. Um banquinho ali, uma lixeira, uma pintura nova, um aparar da grama, uma praça iluminada, um olhar de amor pela cidade. É tão pouco, mas é preciso fazer.

Prefeita está difícil conviver com a sua inoperância e o mais triste é pensar que teremos que aguentar a sua má vontade e incompetência por mais 2 anos. Por favor, faça alguma coisa de bom e visível para nós, não estamos pedindo nenhum favor e muito menos temos visão paternalista, mas estamos democraticamente cobrando o nosso direito em ter uma vida um pouco melhor, de ser mais felizes, com uma cidade melhor e mais bonita.
Falta de pessoal não é, pois tem secretário para tudo: Obras, Meio Ambiente, Turismo, Educação, Indústria e Comércio, Saúde, Administração, Comunicação e até da Cultura.Ou esses cargos são somente para atender os amigos e melhorar a renda da família? Será que com 600 funcionários na prefeitura não conseguem atender a nossa pequena demanda de exigências? Ou a senhora não sabe comandá-los?

sob a tutela divina da senhora...

(publicado no jornal eletrônico Antoninaonline/Palavradobó
23 de março de 2002)

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA Slides

sexta-feira, 15 de maio de 2009

CADÊ A PLACA?


Trevo da estrada em São João da Graciosa

No trecho da Estrada da Graciosa, no São João, onde começa o ramal que leva até a cidade de Morretes (que não é Estrada da Graciosa), a placa indicativa da estrada PR410, que indicava o sentido enfrente Antonina (continuação da PR410/Estrada da Graciosa) e a direita Morretes... SUMIU, na reforma da pracinha, feita pela prefeitura de Morretes. Será que foi proposital ou mero descuido? Espero que a atribuida Secretária de Turismo de Antonina, solicite ao DER a reposição da placa indicativa, pois a história é testemunha que já nos levaram um montão de coisas..."até a Graciosa" já dizem que não mais nos pertence. Help...Socorro!
Ou vai ser preciso o Bó ter que gritar novamente, como já fez para diminuir a distância indicativa da placa no portal da estrada?
Por favor, fiquem de olho, porque tem gente querendo levar o pouco que ainda nos resta: a nossa história.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

MINHA AMIGA GUILMAR SILVA


Imagens do catálogo...


O designer Silvio Silva Junior (filho da Guil), a artista plástica Estela Sandrini e o Bloguista, durante o lançamento do livro.

Ontem, quarta-feira, 13 estive do lançamento do livro “ Ética e Estética de Guilmar Silva” e na exposição retrospectiva de sua obra, realizada no Solar do Barão, Curitiba.
Guilmar foi minha contemporânea na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1974-1977) e fez parte do grupo que criou a APAP-PR- Associação dos Artistas Plásticos do Paraná (1983). Artista talentosa e de múltiplos domínios, soube transitar por várias técnicas artistas: cerâmica, gravura e pintura. Além de ter um carisma peculiar e uma maneira toda especial na conduta dos espaços públicos, quando, em vários momentos ocupou cargos na Fundação Cultural de Curitiba e em outras instituições. Guil, como era intimamente chamada, faz parte da geração dos artistas plásticos dos anos oitenta, que souberam não somente fazer da arte a sua grande expressão, como também conquistar espaços profissionais e de cidadania.
Guilmar nos deixou em fevereiro de 2008. Mas sua obra será eterna.

O projeto foi coordenado por Estela Sandrini, Silvio Silva Jr. e Fabiana Vieira Silva Wendler (filhos da Guil).

“Quero flanar entre as nuvens, ficar perto das estrelas, quero pintar as pegadas dos pássaros no céu” Guilmar Silva.

A exposição permanecerá aberta até 05 de julho.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fotografias que fizeram história



Espreitando a morte

Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzerde foto jornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (uma pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro. A figura esquelética de uma pequena menina, totalmentedesnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome, e a ponto demorrer, enquanto num segundo plano, a figura negra expectante de um abutre se encontra espreitando e esperando o momento preciso da morte da garota. Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma fortedependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.

terça-feira, 12 de maio de 2009

O que são os mangues?



Os mangues ou manguezais são matas que se desenvolvem em solos lodosos ou arenosos cobertos pela água salgada durante as marés cheias, principalmente em regiões abrigadas. Quem passeia de barco pela Baía de Antonina pode observar como são freqüentes os manguezais na região. Pelo fato de crescerem e se desenvolverem em locais onde a água doce dos rios e da chuva encontra a água salgada do mar, ás árvores dos manguezais tem adaptações muito especiais, que lhes dão um aspecto estranho e muito diferente das árvores terrestres. Associada com as árvores ou solo dos manguezais, desenvolve-se uma fauna muito especializada, formada principalmente por caranguejos, camarões e ostras. Muitos desses animais passam toda sua vida no manguezal, como os caranguejos e as ostras. Outros se utilizam dele apenas durante sua fase jovem ou procuram ali refúgio e alimentos, como as tainhas e muitas aves marinhas.

Os manguezais são áreas públicas de preservação permanente, protegidas por lei.
Antonina está localizada em área de preservação ambiental e devemos entender melhor, os nossos manguezais como uma riqueza biológica.

(ref.catálogo editado pelo Centro de Biologia Marinha/Ufpr)

Fotografando...

Engastada jóia...


Enviada por Celso Meira

segunda-feira, 11 de maio de 2009

PRODUTOS DO BÓ



Livros "Antonina dos meus dias","Crônicas da Capela"; CD de Dados do jornal eletrônico "Antonina-Online e fotografias de minha autoria, poderão ser encontradas na Revistaria do Calixto e no Restaurante Buganvil. Me ajudem a continuar contando um pouco da história da nossa cidade...e o "caviar" do Chico (meu cachorro).

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA



A última viagem da Maria Fumaça. Outubro,1991.

Gostaria de registrar...

Minha visita ao prefeito Canduca.

Hoje, segunda, 11, fui ao gabinete do nosso prefeito para me inteirar das ações e dos problemas que estão sendo por ele conduzidos. Como de costume, Canduca sempre soube receber todo cidadão com a maior disposição e simplicidade que lhe é peculiar. Falamos sobre vários assuntos, mas o que levou ao encontro foi o estado que a cidade se encontra, principalmente a limpeza pública e o matagal. Aproveitei a oportunidade para lembrar sobre a nomeação dos Conselhos Comunitários e Temáticos. Órgãos legítimos de representação, que poderão respaldar as ações realizadas pela prefeitura.
Sobre a limpeza, a partir desta semana já esta sendo montada uma equipe, que irá tratar do corte do mato e manutenção das praças, logradouros e ruas do centro da cidade.
Para os bairros já está em ação uma outra equipe, para melhorar o visual de cada comunidade. Quem andar pelas ruas já irá notar alguma mudança na limpeza pública.
A partir de amanhã também serão cultivados vários canteiros de flores nos nossos principais pontos turísticos.
Uma das boas notícias é o projeto para a pintura das fachadas de duzentas residências, no setor histórico. O projeto é um convênio da Prefeitura/Governo do Estado/ Tintas Suvinil.
O compromisso é que em menos de trinta dias já iremos poder contar com um novo visual da cidade. Quanto aos Conselhos o prefeito se comprometeu em nomeá-los o mais breve, pois faz parte de sua política a participação popular em todos os segmentos.
A visita foi cordial e muito agradável. Mas continuo de olho, pois o que mais quero é ver a nossa cidade mais limpa, bonita e seu povo mais feliz.
A porta da prefeitura está aberta para todos. Reivindique, participe e ajude quando solicitado. Tenho dito e registrado.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Graciosa

Quem trafegou pela Estrada da Graciosa durante esta semana, notou a limpeza e a conservação da estrada: impecável. O pessoal do DER está de parabéns. Tratar as coisas com limpeza e carinho faz bem para todos, e só resulta em elogios. Salve "nossa" GRACIOSA estrada.

HOMENAGEM AO CLAUDIO SETO


Capa do Jornal Planeta Zen

Ontem,quinta-feira,7 compareci ao lançamento do livro “Flores Manchadas de Sangue” de autoria do cartunista Cláudio Seto. O evento aconteceu no Memorial da Praça do Japão/Curitiba, prestigiado pela colônia japonesa local, cartunistas e amigos.

Seto faleceu em novembro último e... “Sempre foi um grande mentor dos veículos de comunicação, pois, como artista que era, desenvolvia várias atividades na elaboração das edições: além de escrever a maior parte das matérias, colunas e notas, era também: o editor, o ilustrador, o diagramador, o fotógrafo, o repórter, o representante comercial, o transportador e até o distribuidor dos jornais!” Comenta seu filho Norinho na Edição Especial do Jornal Planeta Zen, criado pelo próprio Seto.

Convivi com o Cláudio Seto durante a década de oitenta, quando era responsável por uma coluna de arte, no jornal Correio de Notícias, Foi membro associado da diretoria da APAP-PR/ Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná, na gestão 1987/1989, a qual tive a honra em presidi-la. Ao Seto nossas homenagens.


Diretoria da APAP-PR 1987/1989. Seto foi Diretor de Comunicação.



Amigos no lançamento do Livro: Professor e Designer Humberto Boguszewisk, o Bloguista, o escultor Elvo Benito Damo e o artista plástico e gráfico Luiz Antonio Guinski.


quarta-feira, 6 de maio de 2009

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA


Porto de Antonina,1930. Foto Autor Desconhecido.

Baú do Aramis Milarch

Aldeia Cultural

Apesar de até agora todas as tentativas feitas para transformar Antonina numa aldeia cultural, no melhor estilo de Parati, não terem alcançados resultados turísticos o que alegra os capelistas mais fervorosos da [tranqüilidade] daquela cidade, como o médico Pio Taborda Veiga ou o escritor e homem-do-mar Wilson Galvão do Rio Appa, as iniciativas continuam. As mulheres de teatro Dudu Barreto Leite e Iara Sarmento, após um projeto de unir a gastronomia ao palco que não teve boa digestão, abandonaram a cidade; o centro de cultura que Rio Appa sonha em edificar ainda está nos pilares, mas quem visita a [tranqüila] e [centenária] cidade se entusiasma. Como o pintor Carlos Scliar que ali levado pelo homem de TV Valencio Xavier, no último sábado, voltou eufórico prometendo se integrar no fã-clube capelista.

Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em:
Veiculo: Estado do Paraná
Caderno ou Suplemento: Almanaque
Coluna ou Seção: Tablóide
Página: 4
Data: 06/11/1974

N.do Blog: 35 anos se passaram e ainda estamos tentando dar um lugar de destaque a nossa cidade. Ainda bem que criamos o Festival de Inverno da Ufpr. Não entendo o por que de tanta inoperância. Deve ser praga de madrinha.



domingo, 3 de maio de 2009

Mato o mato...Ou me matam.

Sábado estive fazendo uma visita aos amigos e proprietários do Hotel Camboa Capela, lá constatei um casal de hóspedes que tinha saído para uma caminhada no trajeto da Av. Conde Matarazzo, até o porto (porto?).
Chegaram exaustos do passeio e não deixaram de comentar, que em determinado trecho o mato estava maior que as pessoas e encobria o caminho. Ouvi em silêncio e continuei calado.
O proprietário do hotel me cobrou que deveria falar com o prefeito, pois além do mais é meu conhecido e “amigo”. Respondi com brevidade: já cansei de cobrar e escrever sobre a limpeza da cidade.
O problema do mato já está passando dos limites. Os moradores mais conscientes estão pagando mão de obra avulsa, para realizar a tarefa e melhorar o visual do seu imóvel e empreendimento.

Canduca X Mato

No resultado da última eleição, ficou muito claro que o povo espera mudanças. E a principal é de comportamento, coisa que até o momento não percebemos nada.
Sequer a equipe que assumiu há mais de 120 dias conseguiu limpar a cidade. O desgaste é total. Acredito, como simples mortal e cidadão, que está sendo a administração que apresenta o maior desgaste de início de gestão. Está sendo invisível.
O candidato Canduca com o nosso voto eliminou dois candidatos já desgastados, que não souberam tratar a nossa cidade com devido respeito.
Agora o perigo é ele perder para o matagal.
Ou Canduca mata o mato...Ou o mato mata Canduca.
Por favor, acorda! E manda a turma capinar.
Quem avisa amigo é.
Puxa-saco finge que está tudo uma maravilha.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

120 dias da...


Projeto Educando com a Horta Escolar vai revolucionar educação em Antonina...
Veja matéria publicada no bloghttp://www.antoninaviva.blogspot.com.

Publico o comentário que fiz, pois nem sempre meus comentários são publicados pelo assessor de imprensa "responsável" o senhor ErlY:

Acho...(lá vem o "Acho" de novo)o projeto interessante para a integração dos nossos alunos as coisas da terra, apesar de não termos raízes agrícolas. Que tal também investir na educação ambiental, no turismo, na segurança do transito, na separação do lixo...Etc. No estado em que a cidade se encontra cheia de mato e capim, até poderíamos aproveitar esta vocação verde e transformar as ruas em horta.É uma idéia que poderá dar certo, já que o problema do mato já se transformou em cultura.

Eduardo Nascimento/Bó

Mais um feriado e final...

De semana e a cidade continua suja. Parece que em 120 dias, a equipe do Canduca, ainda não achou as roçadeiras e ferramentas para cortar o mato e capinar as ruas. Pô...Se a equipe não funciona, já está na hora de mexer no time. Por enquanto quem continua perdendo somos nós os moradores e pagadores de impostos da cidade.

Primeiro de Maio em Antonina...

COMEMORAR O QUÊ?
Mais um feriado e um dia sem trabalhar.