quarta-feira, 13 de junho de 2012

DISCURSO COERENTE

VALE A PENA LER DE NOVO Publicado em 05/09/2008 e no livro "Tenho Dito" 2012.
“DISCURSO COERENTE”
(o que muitos candidatos deveriam falar)

Se eu for eleito, vou transformar a prefeitura em minha casa.
Vou aumentar consideravelmente a renda de toda a minha família...
Nem que eu tenha que criar novas Secretarias, para não ser chamado de ilegal.
Os problemas da população não me interessam...
Somente quando chegar perto da reeleição é que eu vou pensar em fazer alguma coisa. 
A alguns amigos vou dar-lhes oportunidade de trabalho, mas por favor, não queiram levar a sério, porque não estamos aqui para resolver os problemas da cidade e sim os nossos.
Quem começar a reclamar demais e me encher o saco... demito.
Meu departamento de compras será ocupado por pessoa experiente em desvio de verbas... PhD em maracutaia, que saiba muito bem desviar recursos para o caixa dois da administração.
Empresário da cidade que se dispuser a comentar qualquer assunto que me diga respeito, risco do nosso rol de fornecedores... E mando a tropa de choque fiscalizar a sua firma.
Quanto ao tratamento que vou dar ao legislativo, todos já sabem. Emprego um parente de cada edil e a turma toda vai continuar dizendo amém. Quem manda aqui sou eu.
Saúde, Educação, Segurança, Saneamento Básico, Cultura, Esporte e Turismo... São coisas que a gente fala para se eleger... Depois a gente ocupa todos os cargos disponíveis, com qualquer pessoa, somente para preencher as vagas.
As festas da cidade... Que saco! Vou ter que arrumar dinheiro para gastar com besteira. Quem quiser festa que financie a sua.
Arrumar as ruas e calçadas dos bairros é coisa que vou fazer somente no final da minha gestão... Na tentativa de me reeleger ou eleger meu sucessor.
Sei que a cidade precisa resolver o problema do lixão e do esgoto... Mas como até agora ninguém fez nada, não sou eu que irei gastar com obras que ninguém vai ver.
Espero que algum dia um imbecil se eleja e faça alguma coisa.
O porto é da turma do Governador... Não adianta encher o saco, pois todos sabem como o homem reage. Para que porto aqui, se ali em Paranaguá tem um bem grande? É mais fácil colocar um ônibus à disposição dos trabalhadores. Viajar faz bem.
Progresso também é coisa que a turma espera há muito tempo... Que besteira. Imagine a nossa cidade cheia de gente, carros, emprego. Pra quê? Isso somente vai me dar mais dor de cabeça e vou ter que aguentar ainda mais reclamação.
Bem... no final do meu mandato vou estar tranquilo. Muita grana no bolso, muitos imóveis e vou tirar umas férias e tentar voltar daqui a quatro anos. Para começar tudo de novo.
Êta povinho bom.

OBS. Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Clareando


Faltando pouco menos de vinte dias para o encerramento do período para a realização das convenções municipais, os partidos políticos continuam costurando possíveis coligações quer na chapa majoritária como nas proporcionais para concorrer às próximas eleições onde elegeremos prefeito e vereadores para o quadriênio 2013-2016.
As águas da superfície do pequeno lago “guarapirocabano” vão se decantando e já se descortinam possíveis candidaturas.
Do cardume oficial notasse uma movimentação desencontrada. Os partidos da base de apoio, insatisfeitos com a performance do atual gestor e em posse de pesquisas eleitorais encomendadas, não querem investir na reeleição, pois como tudo indica o resultado das urnas será um massacre, caso o atual alcaide insista em sua reeleição.
Outros nomes estão sendo cogitados dentro do próprio grupo para um possível realinhamento e uma nova candidatura. Ou seja, ninguém quer o Canduca como candidato.
Mas como cargo dá cegueira e amnésia, o grupo oficial encomendou uma pesquisa para comprovar as projeções e se confirmado o péssimo desempenho do nosso alcaide candidato, o dentista e ex-Secretário da Saúde José Paulo poderá ser indicado como candidato da situação.
Mais abaixo da superfície com água ainda um pouco turva, está a insistente candidatura da ex-prefeita Mônica, que após longas e incansáveis depurações em gabinetes e tribunais e das degolas dos seus “fiéis companheiros”, deve ser confirmada como candidata do PSDB. Tudo patrocinado pelo partido do senhor governador.
Outros partidos ainda fazem marola e esperam que as águas fiquem mais claras para embarcar nos furados barcos disponíveis, e tentar navegar neste profundo e poluído lago das intenções “guarapirocabanas”.
Vamos aguardar mais uns dias, enquanto a água vai clareando e dando formato as candidaturas, com rara possibilidade de até aparecer um belo Boto Cor-de-Rosa.
Saravá!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Litoral a mercê. Deu na Gazeta:


Marco legal atrasa e “emperra” litoral


Falta de três documentos, prometidos há anos, dificulta instalação de empresas e exploração sustentável do potencial da região
Publicado em 08/06/2012 GAZETA DOPOVO| FABIANE ZIOLLA MENEZES

Três documentos de responsabilidade do governo estadual e que servem de base para a criação e revisão dos planos diretores das sete cidades do litoral do Paraná estão demorando a sair. Prometidos há anos e por diferentes governos, esses documentos são fundamentais porque definem, afinal, o que pode ou não ser área industrial.

Em uma região que é uma colcha de retalhos de áreas de preservação mas precisa encontrar alternativas ao turismo de verão, instrumentos assim facilitam a atração de investimentos e evitam impasses como o da Subsea 7. A empresa norueguesa de engenharia submarina comprou uma área em Pontal do Paraná em 2007, mas teve de desistir do investimento depois que o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) cancelou a licença prévia em razão da fragilidade da área, que é de Mata Atlântica.


Plano alarga horizontes de Paranaguá
Segundo informações preliminares da Appa, o Pla­­no de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Or­­ganizado (PDZPO) de Paranaguá identificou 50 milhões de metros quadrados disponíveis para crescimento da área e retroárea do terminal, mantendo 80% da área da baía preservada. Segundo a autarquia, o documento dará origem ao maior plano de arrendamento portuário do país.
Um arquivo publicado no site do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) dá alguma ideia do que se pretende em Paranaguá, com a indicação do bairro Rocio, por exemplo, como um dos afetados pela expansão do terminal. Ele fica na extremidade oeste do porto, que deverá ser destinada à atracação de navios de passageiros.
O documento também indica que o centro administrativo da Appa dará lugar a mais empresas e será instalado em um novo prédio “para abrigar também escritórios e representações da comunidade portuária, dos órgãos públicos que intervém na atividade portuária, restaurantes, auditório e centro de formação profissional, todos cedidos em forma de aluguel/arrendamento”. O PDZPO ainda reforça a necessidade de se aprofundar o canal e áreas de fundeio de navios para 17 metros.


Programa do governo não sai do lugar
Com as bases lançadas ainda em dezembro de 2010 por um decreto do então governador Orlando Pessuti e incorporado por Beto Richa, o programa Pontal do Pré-Sal, que prevê uma série de vantagens para empresas de desenvolvimento de navios, plataformas e equipamentos pesados, chega à metade do segundo ano do governo Richa sem deslanchar. À exceção da italiana Techint, nenhuma outra empresa da atividade se fixou no Paraná.
Um dos principais entraves é justamente a falta de legislação apropriada que dê segurança jurídica aos investimentos. O regime fiscal especial, que, por enquanto, é basicamente o que forma o programa, inclui suspensão do ICMS na importação de máquinas e na venda de mercadorias e a postergação do tributo na compra de bens. Para usufruir dessas vantagens, as empresas teriam de iniciar as obras em até seis meses a partir da emissão da licença de instalação e começar a funcionar até dois anos após a licença de operação. Outra exigência – que talvez seja revista pelo governo – é de que as empresas gerem ao menos 2 mil empregos diretos.


Techint planeja polo offshore na região
Desde o ano passado, uma área de 100 mil metros quadrados está prevista para ser cedida à multinacional italiana de construção de plataformas e estruturas de exploração de petróleo Techint, dentro do terminal público de Barão de Teffé do Porto de Antonina, como um espaço de apoio às atividades da unidade de Pontal do Paraná.
A expectativa do município em relação à instalação da unidade é grande. “A estimativa é pela geração de até 1,5 mil postos de trabalho, que podem mudar a cara de Antonina e dar o pontapé no que imaginamos ser a vocação atual da área portuária da cidade: a de apoio aos serviços de construção e manutenção de exploração offshore do pré-sal”, explica o prefeito, Carlos Augusto Machado. Segundo ele, o município não tem esperanças de retomar o trabalho portuário no mesmo ritmo de Paranaguá, mas de se tornar uma plataforma de serviços.
“No fim de 2011 começamos os trâmites para o licenciamento ambiental da área. Nossa esperança é usá-la para este contrato [construção de duas “jaquetas”, estruturas de sustentação de plataformas fixas, para OSX Brasil, até 2013]. Para isso imaginamos a geração de 500 a mil postos de trabalho em um primeiro momento. Nosso sonho é de dar a partida para a criação de um polo offshore em Antonina”, explica o superintendente de Desenvolvimento de Negócios da Techint, Luís Guilherme de Sá.
A Techint possui o estaleiro de Pontal há mais de 30 anos, mas a última vez que a empresa utilizou o local foi entre 2005 e 2006, quando entregou à Petrobras uma jaqueta de 6,3 mil toneladas. Na ocasião, a operação empregou cerca de 1,5 mil pessoas. O investimento para a modernização e ampliação da unidade de Pontal – de 160 mil para 200 mil metros quadrados – é de R$ 300 milhões. As obras civis estão praticamente acabadas e a construção das plataformas deve começar em breve.
Além da construção de plataformas, a empresa pensa em usar Pontal e Antonina para produzir módulos para navios FPSOs, embarcações que ficam ancoradas em alto-mar e fazem o primeiro processamento do petróleo antes de trazer o produto à costa. Cada montagem de um navio assim leva entre um e dois anos. O alvo no momento é a Petrobras, que abriu licitações para oito FPSOs.


EMPREGOS
A Techint estima criar de 500 a mil postos de trabalho em um primeiro momento em Antonina, assim que começar as atividades no Barão de Teffé.
O primeiro documento travado, sob a responsabilidade das secretarias estaduais de Meio Ambiente e Planejamento, é o Zoneamento Econômico Ecológico do litoral. O ZEE tem como finalidade orientar os planos diretores das cidades que ainda não têm a normativa (Matinhos, Morretes, Pontal do Paraná e Guaratuba) e também a revisão daquelas que precisam aprimorá-la (Antonina, Paranaguá e Guaraqueçaba).
O zoneamento indicará que áreas podem ter atividade portuária ou industrial, as que precisam ser preservadas e as que não devem servir de moradia pelos riscos ambientais. Instituído no Brasil em 1991, o ZEE começou a ser discutido no Paraná em 1995, mas a comissão que realmente começou o trabalho foi formada apenas em 2010.
Segundo o secretário estadual de Meio Ambiente, Jonel Iurk, a redação do ZEE está pronta, mas passará por audiências públicas a partir de julho para então seguir à Assembleia Legislativa. Só depois de aprovado e sancionado é que poderá se consolidar como o marco regulatório para a ocupação do litoral.
“Hoje o litoral tem praticamente 82% do seu território constituído de unidades de conservação, portanto de uso bastante restrito, e pouco mais de 17% destinado ao desenvolvimento econômico. O ZEE vai definir, de uma vez por todas, aquelas que podem ser regularizadas e aquelas que deverão ser recuperadas e permanecer intocadas.”


Portos
Os outros dois documentos que emperram a atração de investimentos ao litoral são os planos de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Or­­ganizado (PDZPO) de Para­­naguá e de Antonina – ambos de responsabilidade da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, a Appa. O de Paranaguá teve o relatório final entregue em 25 de maio ao Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Paranaguá e terá de ser aprovado também pela Secretaria dos Portos (SEP) e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A expectativa é que isso leve até 60 dias.
O de Antonina começou a ser feito só agora. O PDZPO define que espaço da área portuária está disponível para a instalação de empresas e prevê as condições de expansão do terminal. Deveria ser atualizado a cada cinco anos, mas a última revisão do de Paranaguá é de 2002. Próximo de Rio e São Paulo, o Paraná tem grande potencial para se tornar um polo de serviços e manutenção para a indústria naval e offshore.


Em Antonina, obras opõem interesses
Jonathan Campos/ Gazeta do Povo
A ALL e os Matarazzo querem parar obra ao lado de via férrea

A área portuária de Antonina e seu entorno tem gerado conflitos entre a prefeitura e a iniciativa privada antes mesmo de ter sua esperada retomada. Duas intervenções recentes foram o chamariz para a disputa: a obra de asfaltamento e interligação das avenidas Conde Matarazzo e Tiago Peixoto, que dão acesso ao Porto de Antonina; e a tentativa de construção de um barracão da Fortesolo em uma área residencial.
No primeiro caso, um dos herdeiros da família Matarazzo – dona do complexo industrial centenário que fica ao lado do terminal público de Barão de Teffé e também da única ferrovia particular do país e que passa paralela à Avenida – entrou com uma ação contra a prefeitura para que a obra, custeada com dinheiro da Transpetro, seja embargada.
A estrada de ferro, desativada desde os anos 1970, é a grande esperança de volta aos negócios da família Matarazzo. A América Latina Logística (ALL) já teve o aval dos herdeiros para utilizar a concessão ferroviária. “A concessão segue até 2017 e deve ser renovada. Tanto eu quanto minha mãe já oferecemos a ferrovia para a ALL”, explica Fernando Matarazzo, herdeiro das propriedades da família junto com a mãe, Eneida. O problema é que discordâncias entre mãe e filho emperram a herança há mais de dez anos.
Assim como o herdeiro Matarazzo, a ALL protocolou, na semana retrasada, uma ação na Vara Federal de Paranaguá contra a prefeitura também pedindo a interrupção da reforma da Avenida Conde Matarazzo. A empresa quer que o projeto seja adequado aos planos de reativação da linha.
Pelo projeto atual, uma ciclovia correria ao lado da linha férrea, algo bastante criticado pela população local, já que duas das principais escolas do município ficam na via, além de uma unidade da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).
Outro conflito é a construção de um barracão da Fortesolo em um dos bairros residenciais da cidade. A empresa é ligada à Equiplan Consultoria Empresarial, que, em 2009, comprou 58,81% das ações do Terminal Ponta do Félix pertencentes aos fundos de pensão Previ e Funbep. A Fortesolo iniciou, no fim de 2011, a construção de um barracão na Avenida Tiago Peixoto, no bairro Barigui, ainda considerado residencial pelo Plano Diretor da cidade. Moradores alegam que a administração municipal tentou alterar a legislação durante a construção para beneficiar a empresa.
Acatada pelo juiz local e deferida parcialmente pelo Tribunal de Justiça do Paraná, uma liminar movida por Fernando Matarazzo interrompeu a obra




N.E.do Blog; A falta de um representante da região na Assembléia Legislativa corrobora com a lentidão e a falta de interesses com o desenvolvimento regional. Ou aprendemos a fazer política elegendo nossos representantes ou iremos continuar na dependência dos interesses alheios. Tenho dito.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

PERGUNTAR NÃO OFENDE...


E nem ao menos é pecado: 
Porque cortaram os coqueiros ornamentais do pátio da Igreja Matriz?
Agora além de pertencer a história da nossa comunidade é também Patrimônio Nacional.


Vale a pena ler de novo


Publicado em 05/08/2008 e no livro "Tenho dito" 2012.
ELEIÇÕES 2008

Faltando pouco menos de dois meses para as eleições, é de se perguntar: em quem votar?
O TSE em campanha educativa – em rede nacional – solicita que os eleitores escolham bem seus candidatos. Pois um momento de descuido compromete mais quatro anos de administração. É preciso analisar o passado dos candidatos – o presente também –, o que eles construíram em suas vidas e com que contribuíram para a sociedade. Temos que ir ainda mais longe com a nossa análise. Ver quem se “enriqueceu” ou se “enriquece” à custa do erário, ou seja, com o nosso dinheiro.

Os candidatos para prefeito, na maioria, são já conhecidos do nosso eleitorado. A não ser o caso do Zé Luis e do Fernando Matarazzo, que estão debutando. A Mônica já passou doze anos pela residência 150 de XV de Novembro. Quatro anos como vice e oito como prefeita. Nada ou quase nada deixou de benefício na cidade. Com uma política altamente assistencialista e clientelista, deixou a cidade mais pobre ainda. O Kleber, que teve a capacidade de tirar a “senhora do trono”, também está completando oito anos de colação de nádegas na cadeira almofadada daquela casa. Quatro anos de vice da própria Mônica e quatro desastrados anos que deve completar em muito breve. Fez um desgoverno que somente serviu para engordar o saldo bancário da família e mais para ressuscitar a figura até então “compadecida” da senhora Mônica, ou Munira... Como ela preferir.

A BOLA DA VEZ
O que nos resta é a figura do Canduca. Que tem experiência como legislador quando, por dois mandatos, ocupou o cargo de vereador. Também concorreu na última eleição, sendo derrotado pelo atual prefeito. Canduca faz parte do tripé já vivenciado por nosso eleitorado e pode se considerar a “bola da vez” da próxima eleição. Nos últimos anos, também adotou práticas não “muito saudáveis” para angariar admiradores, mas continuou “plantando” o que pretende “colher” no dia cinco de outubro, o voto. Entre os prováveis – pelo rasto deixado dos já ocupantes –, se souber trabalhar nos próximos 45 dias poderá muito bem sair vitorioso. Como política e casa de tolerância são muito parecidos – onde donzela não pisa – o candidato sabe que irá disputar uma guerra. Primeiramente contra a “máquina financeira” do partido do governo estadual e da própria prefeitura. E, por outro lado, o “carisma” assistencialista da outra concorrente. Mas guerra é guerra. A democracia tem suas virtudes e seus defeitos, pois nem sempre quem merece e tem as melhores condições de governabilidade é o escolhido pela maioria, aliás... Que maioria?
Canduca, apesar de ser “a bola da vez”, precisa se cuidar, pois terá que tomar enormes precauções, principalmente conhecendo seus adversários e seu grupo. Tomar cuidado com PACAU faz parte do jogo.
Sem querer faltar com respeito aos outros dois candidatos, mas eles serão meramente coadjuvantes do processo. A não ser que eu esteja completamente errado. Aleluia.


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cá com os meus botões...


No cantinho do meu minúsculo e lotado cafofo, ainda contagiado pelo lançamento do meu livro “Tenho Dito” que aconteceu no último sábado, notei – prazerosamente – a presença de vários bloguistas que gostaria de registrar e agradecer a presença e o apoio: 

www.urublues1.blogspot.com                                                                         www.movimentodemulheresdeantonina.blogspot.com
                                                      www.juventudeptnina.blogspot.com
                                                      www.vereadoramarga.blogspot.com
                                                      www.soniaepaulo.blogspot.com .

Tendo como conteúdo uma coletânea das postagens publicados no www.palavradobó.blogspot.com , no período de 2006 a 2011 em uma tarefa quase que solitária, no momento constatamos um número significativo de veículos em rede social – via internet – e acredito que essas pessoas - através de seus blogs - poderão fazer a diferença no processo eleitoral que iremos em breve conviver.
Além de interferir com suas idéias, poderão fiscalizar o processo e amenizar o tão viciado troca-troca de favores. Tenho certeza que nada mais será como antes. Saravá!

Temos tudo e nada ao mesmo tempo.

Não é preciso morar em Antonina para reconhecer o seu valor cultural. Hoje até por decreto nos tornamos Patrimônio Nacional, mas é de vital importância que a população reconheça, cuide e defenda essa condição.
Significativa parcela da comunidade desconhece por total nossos valores históricos e também ambientais e reage quase sempre contrária a qualquer manifestação ou lei que tenha como bandeira a defesa de sua preservação.
Na área pública ainda é muito pior. Nossos governantes não agem com seriedade, burlam leis, fingem que nada esta acontecendo, uns por total ignorância outros por má fé.
Se hoje formos olhar nosso patrimônio arquitetônico público, por exemplo, os prédios da Prefeitura, o Theatro Municipal, a Fonte da Carioca e a Estação Ferroviária, não passam apenas da aparência. Não existem equipamentos mínimos em funcionamento, nem pessoal especializado na área e muito menos um responsável de fato, que trabalhe para a conservação daqueles monumentos com uso racional e dinâmico, através de ações criativas em numa parceria constante com os produtores e agentes culturais da cidade.
A alma de qualquer comunidade é a sua cultura, infelizmente ainda não conseguimos sensibilizar pessoas e governos para que de fato – e não somente por decreto – nossa “alma” possa ser revivida, tendo nosso passado como referência, sentindo o presente com um passo no futuro.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Humor não faz mal a ninguém


E vieram os pastores...
Mas como eu não sou pastor não me importei com isso.

E vieram os comerciantes...
Mas como eu não sou comerciante não me importei com isso.

E vieram os alunos municipais...
Mas como eu não sou aluno municipal não me importei com isso.

E vieram os estivadores...
Mas como eu não sou estivador não me importei com isso.

E vieram os puxa-sacos...
Mas como eu não sou da turma não me importei com isso.

E vieram os funcionários municipais...
Mas como eu não sou funcionário municipal não me importei com isso.

Mas que porra e os bloguistas não serão convidados para visitar a obra?
Melhor é não se preocupar com isso.

terça-feira, 29 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sei que a verdade é difícil...


A IMPLOSÃO DA MENTIRA
                                          Affonso Romano de Sant'Anna

Mentiram-me. Mentiram-me ontem
e hoje mentem novamente. Mentem
de corpo e alma, completamente.
E mentem de maneira tão pungente
que acho que mentem sinceramente.

Mentem, sobretudo, impune/mente.
Não mentem tristes. Alegremente
mentem. Mentem tão racional/mente
que acham que mentindo história afora
vão enganar a morte eterna/mente.

Mentem. Mentem e calam. Mas suas frases
falam. E desfilam de tal modo nuas
que mesmo um cego pode ver
a verdade em trapos pelas ruas.

Sei que a verdade é difícil
e para alguns é cara e escura.
Mas não se chega à verdade
pela mentira, nem à democracia
pela ditadura.


Enviado por Celso Meira


domingo, 27 de maio de 2012

Agradecimento...aquele abraço!

Agradeço aos amigos, familiares e leitores do meu blog, pelo comparecimento no lançamento do meu livro Tenho Dito, realizado na noite de ontem, 26 mai. sábado no Hotel Camboa Capela Antonina, pelo carinho dispensado e pela enorme energia envolvente. Peço desculpas aos presentes, que devido ao pequeno espaço somente estou postando algumas imagens. Obrigado por vocês existirem, pela presença e pelo abraço. Isso não tem dinheiro que pague. E até o próximo.

Fotos: Luan e Rafael Nascimento
Agradecimento especial ao Hotel Camboa Capela Antonina.




















sexta-feira, 25 de maio de 2012

Livros editados

 Interessados em adquirir algum livro, entrar em contato através do e-mail: eduardobo51@ibest.com.br para orçamento da publicação, mais despesas com correio.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Tudo muito calmo


Todo bom estrategista sabe que quando tudo parece muito calmo, é que o adversário esta se armando para um novo ataque. Assim nos sentimos no aguardo das definições das chapas que irão concorrer para as próximas eleições municipais.
As convenções partidárias deverão acontecer até o final do mês de junho, prazo estipulado pelo TSE. O período agora é de negociações secretas, é candidato se achando melhor que outro, mas quem decide mesmo a vida de “nóis mortais daquidebaixo” são os interesses “deládecima”.
Em nenhum momento as decisões serão tomadas tendo como critério a governabilidade para a nossa cidade, na indicação de pessoas competentes e comprometidas com o nosso desenvolvimento. Sendo assim, o momento é de extrema negociata e ninguém poderá afirmar que saíra candidato.
No caso do atual prefeito que pretende a reeleição, várias dúvidas pairam sobre sua cabeça, desde a não prestação de contas de sua campanha anterior, até o seu baixo nível de aceitação popular. O que se sabe – a pequena boca – é que já existe um “plano B” caso sua candidatura seja inelegível, composta pelo pessoal do seu grupo e da base.
O partido mais namorado no momento é o PT, que sinaliza com candidatura própria, mas não será nenhuma surpresa se no último momento compor a chapa da reeleição, sinal dos tempos e do pragmatismo afinado do partido.
Já a tal “oposição”, que de oposição não tem nada, espera as definições do Palácio Iguaçu para apoiar alguém, mas muita água deverá ainda passar debaixo da velha ponte e de muitos tribunais.
Como mortais cidadãos, iremos novamente nos deparar com candidaturas “viáveis”, que com certeza não foram por nós construídas. Mas, o momento continua silencioso apesar do burburinho submerso, de onde irão surgir às tais candidaturas.
Espero que não sejamos pesquisados por um certo entrevistador, que poderá nos perguntar: “ Se esses forem os candidatos, pra que cidade você vai mudar?”.
Tenho dito.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Lançamento de livro


“... Seu Blog é uma luz que nos leva a importantes reflexões. O exercício de ler e pensar que nos proporciona poderá nos fazer ver quais os caminhos a percorrer, para participarmos – efetivamente – da necessária mudança de mentalidade. Se isso não acontecer, continuaremos a viver – pessimamente – entre farsas. Sem visão de mundo, continuaremos em buracos sem saídas.”
 Yara Sarmento


“... Desde o jornal de mimeógrafo até a internet, Bó sempre esteve na linha de frente. O seu blog, ‘Palavra do Bó’, tem já incríveis dez anos de ininterrupta atividade, o que faz de Eduardo Bó o decano e a referência necessária, tanto na ‘blogosfera’ quanto nos corações e mentes dos capelistas.”
Jefferson Picanço

“... Anos mais tarde, reencontro-o ainda movido pelo bicombustível que mantém a chama da busca permanente da beleza artística, por um lado, e por outro incandesce a palavra que critica os governantes que, segundo ele, ainda deixam a sua Antonina à procura de melhores dias. Tudo misturado, sempre com bom gosto, no seu blog ‘Palavra do Bó’, que completa 10 anos de incessante declaração de amor pela antiga Freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa, erguida nas encostas da enseada de Guarapirocaba. Que, como antes, ele não quer futurosa, mas apenas bem cuidada.”

Cleto de Assis


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Greve dos professores


Professores da UFPR aderem à greve nacional que começa quinta-feira (17) 
Por ampla maioria, em uma assembleia com mais de 250 professores, os professores da Universidade Federal do Paraná deflagraram greve por tempo indeterminado a partir do dia 17 de maio.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Juntos...Ou separados


Ser gestor público de uma pequena cidade como Antonina, com suas inúmeras dificuldades, não tem muitos caminhos a seguir. Ou se proporciona uma gestão participativa, ou se admite a centralização absoluta.
Num governo participativo é preciso habilidade, maturidade e competência dos gestores para que junto com a comunidade possam definir e realizar tarefas prioritárias. Claro, a relação é muito trabalhosa, mas totalmente valiosa e transparente. O prefeito e sua equipe serão legítimos servidores públicos, a comunidade passa a ser autoridade, discurso sempre presente nos palanques eleitorais.
Em uma gestão centralizadora, o papel da autoridade fica com os gestores, que sempre tentam impor seus desejos e no primeiro momento atender os acordos politiqueiros. À comunidade simplesmente lhe cabe o dever de pagar seus impostos e usufruir os serviços sem a mínima qualidade, tais como: limpeza pública, iluminação, segurança, saúde e educação, esporte e lazer... Quanto às políticas públicas de desenvolvimento, são matérias que não permeiam os gabinetes deste pessoal. Falam muito, se desculpam como podem e sempre batem no mesmo teclado: a falta de dinheiro.
Para quem não falta dinheiro? Principalmente quando o que se arrecada não dá para manter as necessidades básicas, digo básicas, dos serviços públicos que deveriam ser disponibilizados a comunidade e para os seus protegidos, que a cada nova gestão, vai inchando ainda mais o tal “minguado” orçamento.
Aí chega a hora do discurso participativo. Criam imagináveis opositores e usam como argumento que as pessoas reclamam muito e não oferecem nenhuma solução. Mas que solução? A opção da centralização das decisões foi única e exclusiva do grupo eleito. Totalmente desviado da proposta apresentada e dos anseios dos eleitores.E agora falar em participação?

Em um governo participativo, a transparência é a essência da governabilidade. Se os recursos são poucos, a comunidade se reúne e conjuntamente com o governo, vai a busca de solução. Pois nada mais forte que a representação comunitária, política e organizada, que faz brilhar qualquer “zóinho” de político.
Caminhos para gerenciar a cidade existem. Dificuldades também. Mas é muito mais fácil e agradável quando se tem a sociedade ao lado. A verdade é verdadeira.
N.Editor do Blog: para os futuros candidatos a gestor da nossa cidade. Para não ser redundante, reedito matéria aqui publicada em 16/12/2009.

Convite


PARTIDO DOS TRABALHADORES
ANTONINA – PARANÁ
CONVITE

O Partido dos Trabalhadores de Antonina deu início à elaboração de um programa de governo para Antonina com a participação da população. Para isso, está realizando reuniões técnicas com pessoas ligadas aos temas a serem abordados.
Sua presença contribuirá para o debate e muito nos honrará.
Tema: Direito à Cidade
Palestrante: Jonny Stica –
Vereador da Câmara de Curitiba – Arquiteto e Urbanista
Data: 17/05/2012
Hora: 19:00
Local:LIGA

Enviado por Vanda Bandeira

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Análise criteriosa


Depois da análise criteriosa sobre certos comentários anônimos que me foram dirigidos através de alguns blogs, me resta apenas responder que:


Aguarde meu novo livro de Crônicas "Tenho Dito".

Vale a pena ler de novo...ESCREVER PARA QUÊ? E PARA QUÊM?


Publicado  no Jornal ACHO - Agosto 2004 e no livro "Crônicas da Capela" 2006.
ESCREVER PARA QUÊ? E PARA QUÊM?

Em muitos momentos questiono se vale realmente à pena dispor de muito tempo e até recursos financeiros para deixar registrada a minha vontade de opinar sobre a nossa cidade. Sei muito bem que opiniões sempre serão consideradas de caráter político quando estiverem em desacordo com as atitudes das pessoas que ocupam o poder, ou seja, tudo que se fizer escrita vira – na cabecinha deles – de oposição. Mas não é bem assim.
Falar sobre as coisas da comunidade é um direito e dever de cada cidadão que se sente digno e livre em participar – às vezes somente com idéias - de um processo democrático. Também sei e disso tenho certeza, que em Antonina são poucos, mas muito poucos os que podem expressar suas angústias e questionar sobre os desígnios das administrações públicas. É só ler este combatente “jornal” e perceber as poucas pessoas que o assinam: um é Professor Universitário, outro Conferente Portuário e um terceiro Jornalista Editor.
Muita gente gostaria de quebrar o silêncio e por a “boca no trombone”, mas com medo de sofrer represálias – prática freqüente da atual administração - se esconde e finge nada acontecer. Pior mesmo fica por conta das turmas dos pobre-coitados-dependentes e puxa-sacos, que para sobreviverem, submetem toda uma vida a prática da genuflexão. Pobre desses. Também não poderia deixar de registrar a presença significante dos desinformados, também conhecidos como analfabetos funcionais  (são aqueles que sabem ler, mas não sabem interpretar) dos quais alguns até ocupam cargos públicos e quando tentam ler uma matéria, não sabem interpretar o que está escrito, de quem é a autoria, se a ele ou a quem se refere. Para esses, aconselho um pouco mais de escolaridade e até de humildade, pois não é feio solicitar a uma pessoa - mais esclarecida – sua ajuda na interpretação. Feio mesmo é se expor ao ridículo e sair dando uma de homicida ou de escandalosa, por algo que sequer teve a sana capacidade de entendimento. Atitude altamente indigna e agradável somente à insignificante “galera” de plantão.
Nos últimos dois anos, editei via on-line / Internet, mais de cinqüenta informativos sobre a nossa cidade, falei um pouco de tudo. Da nossa cultura até a falta de iluminação em nossas ruas, passando por problemas de saúde...etc.Também me fiz presente nas 22 edições deste jornal, nas quais jamais manchei a dignidade de qualquer pessoa ou instituição, mas, durante este período passei por inúmeras situações desagradáveis, causadas principalmente pela falta de informação e de entendimento dos agressores.
Infelizmente, a maioria das pessoas que ocupam cargos públicos não está preparada, não sabe que seus cargos como o próprio nome diz é “público”, e que são mantidos por nós contribuintes, donos inquestionáveis dos direitos de questioná-los. E se quiser voltar a ser patrão é só retornar a situação privilegiada de ser povo.
A civilidade nos ensinou que quando sentirmos agredidos, independentes da forma devemos nos dirigir a justiça na qual teremos “total” amparo da lei. Todos temos direitos a livre expressão e também direitos à defesa e devemos usá-los. Mas o que nos entristece e em momentos nos desanima, são as maneiras como algumas pessoas da atual administração municipal, reagem quando suas atividades públicas são questionadas. Tal qual no recente episódio ocorrido com o nosso companheiro e editor Erly Welton Ricci onde sofreu brutal agressão física, sem sequer ter o direito de se explicar. Comportamento abominável em qualquer sociedade civilizada, principalmente quando parte de pessoa que exerce cargo público, e é considerada “autoridade”.
Não podemos conviver com situações desta natureza e devemos combater incansavelmente este tipo de comportamento injustificável. Imagine se todas as pessoas que se sentissem agredidas fossem fazer justiça com suas próprias mãos?  O estado de direito e a liberdade com que vivemos são conquistas de muitas lutas históricas e não podemos aceitar nenhum desvio que venha
macular a nossa democracia. Regime de escolha livre dos destinos de cada comunidade, que muito em breve convocará o nosso povo através das eleições, para escolher um gerenciador do novo projeto para a nossa cidade. Esperamos que o novo grupo administrativo, seja formado por pessoas que tenham compromissos com a melhoria da qualidade de vida da nossa comunidade, com a valorização das nossas riquezas naturais e culturais, e que respeite a pluralidade das idéias e o direito da liberdade de expressão dos nossos cidadãos.
De nossa parte, taremos continuar exercendo a vontade de falar das nossas idéias, enquanto nelas acreditarmos. E não será nenhuma agressão, xingamento ou tropeço que nos inibirá, pois pior mesmo do que eventualmente cair é ter que viver eternamente ajoelhado. Amém.

domingo, 13 de maio de 2012

quinta-feira, 10 de maio de 2012

TERRA CANÇÃO 2012 ► LYDIO convida RUI GRACIANO

Memória fotográfica...gente da gente

Miguel Cecyn 1984 (in memoriam)
Cascalho 2008

ESTRADA DA GRACIOSA INTERDITADA E ABANDONADA PELO DER

Recebi este material fotográfico anexo ao expediente encaminhado as autoridades competentes,  pelo amigo e advogado Edson Carlos de Souza, cobrando que sejam feitos os reparos para que o trecho da Estrada da Graciosa, entre Antonina- São João seja liberado.
Tomo a liberdade em publica-lo na íntegra:

Antonina/PR, em 10/05/2012

SENHORA ROSANE MARANGON:
Chefe de Gabinete do EXMO. SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA, SR. JOSÉ RICHA FILHO.

Solicito a V. Senhoria que os termos do presente, bem como os seus anexos sejam encaminhados ao 
EXMO. SECRETÁRIO DE ESTADO, SR. JOSÉ RICHA FILHO:


Sou morador na cidade de Antonina/PR e, no mínimo 03 [três] vezes por semana me desloco até Curitiba/PR [ida e volta], para executar atividades vinculadas a minha formação profissional.

Como já é do seu pleno conhecimento, em virtude das chuvas torrenciais que se abateram sobre a Região, a Estrada do São João – Trecho Antonina – Serra da Graciosa, encontra-se interditada desde o dia 09/02/2012, data em que se verificou o evento climático, haja vista que por força de rompimento de tubulações abriu-se uma enorme cratera na estrada impossibilitando o seu uso.

Em decorrência da interdição da Estrada do São João – Trecho Antonina – Serra da Graciosa, os moradores da cidade de Antonina e Região que são usuários da referida estrada, são obrigados a fazer um desvio que consiste ir até Morretes e, posteriormente pegar o trecho Morretes – São João da Graciosa, passando por Porto de Cima o que implica num acréscimo de aproximadamente 30 Km na viagem. Isto sem contar o aumento do consumo de gasolina, desgastes de peças, pneus, etc.

Pois bem, detectado o evento iniciou-se pelo Órgão competente um processo [lento] de recuperação da Estrada.

Diga-se, a recuperação só iniciou, não foi concluída e a obra simplesmente encontra-se abandonada, castigando sem piedade os usuários da estrada tal como enteriormente referido.

Em face deste simples relato questiono o seguinte:

1 – Como uma estrada de vital importância para os moradores de Antonina e Região encontrata-se abandonada, aumentando o trajeto em aproximadamente 30 Km [ida e volta], na medida em que os moradores têm que fazer um desvio por Morretes – São João da Graciosa, passando por Porto de Cima?

2 – Porque a obra está abandonada [fotos anexa], considerado que poderia perfeitamente ser utilizado a figura do Processo Licitatório Emergencial em decorrência dos fatos relevantes que orbitam os usuários da estrada e, como é notório, sabemos que está previsto na Lei de Licitações Estadual [Lei Estadual nº 15.608/2007 – in DOE nº 7537 de 16/08/2007 – Lei de Licitações vinculada às atividades específicas desenvolvidas no âmbito do Estado do Paraná]?

3 – Como pode a "empreiteira" tirar a terra aumentando a cratera e simplesmente jogar na estrada [fotos anexa]?

4 – E os FISCAIS DO DER, a DIRETORIA EXECUTIVA DO DER até quando vão ficar de braços cruzados contemplando uma obra inacabada e que vem acumulando prejuízos para os moradores de Antonina e Região?

5 – O GOVERNADOR BETO RICHA tem conhecimento dos fatos?

6 – E se os fatos batem nos ouvidos da oposição, será que eles não fariam palanque eleitoral da situação?

7 – Será que DEPUTADO WALDIR ROSSONI, PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA, também tem conhecimento dos fatos?

8 - E a imprensa [falada e escrita] como se comportaria em face dos fatos ora apontados?

COMO SUGESTÃO ENQUANTO A OBRA NÃO FOR CONCLUÍDA, O DER PODERIA PERFEITAMENTE DEIXAR TRANSITÁVEL COLOCANDO SAIBRO NO [SÓ PARA VEÍCULOS PEQUENOS E MÉDIOS] LEITO ANTIGO DA ESTRADA QUE COINCIDENTEMENTE, POR AQUELES CAPRICHOS DA NATUREZA, DESVIA A CRATERA. MUITOS MOTORISTAS TEM UTILIZADO ESTE DESVIO, MAS NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRA É MUITO PERIGOSO [O VEÍCULO PODE A QUALQUER MOMENTO FICAR “ATOLADO” NO BARRO].

São perguntas e dúvidas, cujas respostas certamente só estão presentes na sua “bic” [caneta universal], ficando, finalmente na espera de um breve pronunciamento via e-mail [meu endereço eletrônico - e-mail - certo e determinado] de V. Excelência por força dos termos do presente e-mail.

Como ilustração, tomei a liberdade de anexar algumas fotos desde a data do evento [09/02/2012] até 05/05/2012 e que provam e comprovam o ora alegado.







terça-feira, 8 de maio de 2012

Descendo a Serra


As vocações naturais da nossa cidade para um projeto de desenvolvimento a curto e médio prazo, já foram alentadas até pelo próprio Plano Diretor como portuária e turismo. Mas, nenhum governante teve a competência de no mínimo apresentar um Programa de Desenvolvimento nas áreas para sua gestão.
Nosso pequeno terminal portuário, da iniciativa privada, precisa de vontade política de Paranaguá para que possa operar dentro de um fluxo de normalidade. O que mais se nota é uma total instabilidade quanto à área e as políticas públicas do Governo Estadual, concessionária dos serviços portuários.Continuamos convivendo com a incerteza do até quando?
Na área do turismo, que muito poderia ser feito por iniciativa quer do poder público como privado. Todos parecem se conformar com as migalhas colhidas durante alguns eventos e finais de semana. Nada é apresentado para a sociedade, como parte de uma peça de planejamento estratégico de um programa mínimo de geração de renda. Tudo fica no faz de conta.
Vivemos em uma cidade com um potencial latente ao turismo, principalmente o doméstico. Ao pé de serra e baía com história e muita cultura. Próxima a uma clientela de 2,5 milhões de pessoas a somente 85km, com bons acessos e disposta a viajar, trocar, conhecer e se aventurar no seu dia-a-dia, nos finais de semanas e nas férias. Ou seja, gastar.
Mas turismo se faz com organização, competência, infraestrutura, atrativos, serviços de qualidade e bons preços.
Infelizmente, o que notamos além da incompetência dos nossos governantes, é o total descaso com o desenvolvimento da cidade. Eles até sabem o caminho, mas se fingem de mortos, e se preocupam somente em engordar suas contas bancárias, garantindo uma boa poupança para a sobrevivência pós-gestão.
Mas, independente de suas vontades e quando o pessoal resolver descer a serra – a tal demanda reprimida – irá gerar uma necessidade emergencial e teremos que arrumar a casa para recebe-los. Ou seja, mas cedo ou mais tarde, nossa comunidade terá que se preparar para atender a tal demanda, independente da vontade ou competência dos nossos gestores. Somente assim poderemos ainda sonhar com uma cidade mais humana, justa e agradável, primeiramente para nós moradores e em consequencia para os turistas. Poderia ser muito mais fácil se planejado.
Tenho dito.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Vale a pena ler de novo


Publicado em 21/03/2006
CONSELHOS COMUNITÁRIOS
Os Conselhos Comunitários são instâncias de representação da sociedade, que atuam com o objetivo de discutir, normatizar e deliberar sobre as políticas e as ações a serem desenvolvidas pelo executivo municipal. Os Conselhos em sua maioria são compostos por pessoas representantes do poder público, de entidades e por pessoas representativas na sociedade, para quem ele se propõe. Os conselhos são nomeados pelo prefeito municipal, mas têm autonomia para em qualquer momento ter o seu quadro modificado para mais, desde que seja vontade de sua maioria, não dependendo do referendo do executivo.
A dinâmica de um conselho passa pela diversidade das opiniões. Cada membro pode e deve, dentro de sua representação, expressar com a maior liberdade suas convicções, as quais irão contribuir para a construção de uma “ideia”, uma ação, suas políticas.
Políticos covardes e sem nenhum preparo usam do poder para manipular e colocar dentro destas células, pessoas subservientes, que, ao invés de contribuir com a sociedade, somente estarão a serviço de um grupo, passageiro e transitório. Característica do processo democrático, onde o povo escolhe pessoas para gerenciar os desígnios de suas cidades, estados ou nação. E não para serem donos, mandantes e autoritários.
É preciso saber construir com a diferença. A vida é muito mais bela quando olhamos ao nosso redor e conseguimos perceber a sua diversidade, com a qual se constrói o equilíbrio.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

HISTÓRIAS E ESTÓRIAS IX...Funeral de um prefeito


Romildo Gonçalves Pereira, foi prefeito da cidade no período de 1969/1973. Advogado, farmacêutico e professor, era considerado pessoa carismática entre a comunidade. Sua gestão foi marcada por obras consideradas modernistas, como a construção do novo Mercado Municipal, mas custou a demolição do antigo. Alargou ruas pensando na Antonina do século XXI, mas destruiu dezenas de construções de época. Ainda construiu a Rodoviária Municipal e a Feira Mar, na Praça Rio Branco que passou assim ser denominada. Hoje o local leva o seu nome.
Em 1982, se candidata novamente ao cargo, mas ficou inelegível. Veio a falecer no dia 15 de novembro – dia da eleição.

Memoria fotográfica

Porto 1930 ( foto restaurada)

Jekiti ampliado


Conforme informação da placa, a prefeitura aumentou a capacidade da sobre loja do JEKITI. De risco de desabamento para 17 mil pessoas. E depois dizem que o Canduca não faz nada. Povinho ingrato.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Aprovada Prestação de Contas

A Prestação de Conta referente ao projeto de edição do livro de fotografias : Carnaval de Antonina-35 anos de cumplicidade, de minha autoria foi aprovada pelo MINC, conforme publicação em Diário Oficial da União:
http://carnavaldeantonina35anos.blogspot.com.br/2012/05/aprovada-prestacao-de-conta.html